domingo, 16 de julho de 2017

Ainda sobre Janis no OI Futuro

Um depoimento para o camarada Lourenço Andre Travascio amigo e parceiro dos anos 70 do tempo de Jacarepaguá.
Quando esse jovem senhor sentado na cadeira dentro do Oi Futuro, no dia 25/06/17 ainda pensando como seria esse monólogo-concerto-espetáculo em nenhum momento ele esperou pelo erro ou por algo chamado cover que nada ele tem contra.
E segue a espera....Janis entra a luz paira sobre ela, o monólogo começa...É Janis no palco...
E de repente, a melodia da guitarra sugere algo arrebatador..." Ball and Chain" de Big Mama Thorton inicia...E lágrimas descem naturalmente e uma banda poderosa segue, e tão logo ele se dá conta que JANIS VIVE.

E tem sido assim, toda vez que o jovem senhor se senta na fila 3c o arrebatamento acontece em 80'.

Que bom Lourenço Andre Travascio que você esteve também com Janis...Seria bacana se todos fossem Marcos Aurelio Trindade Lucia Trindade Dinho Sapo Silva mais esse Jovem senhor  e todos no mesmo dia, um ao lado do outro vidrados nesse monólogo-concerto-espetáculo para uma celebração de um tempo que ficou em nossa memória.

E finalmente hoje é uma breve despedida...Até uma próxima...
Dedicado também para Alice Cavalcante e Luísa Reis fazendo um belíssimo papel na produção e toda a banda, Em especial  Carol Fazu e a própria Janis .


Agora Mauro Wermelinger desabafa:
 Bom dia, Janis saiba que estou um pouco triste pelo fim dessa temporada. Contudo, sei que você vai cantar em outro espaço, o Cosmo conspira para tal. Você finalmente vai se premiada e reconhecida ainda mais pelo sistema vigente.

Sua banda é incrível, eles evoluíram com o passar dos anos 60/70...

E no dia 16 retorno pela quarta vez para o monólogo-concerto-espetáculo.

Tenha um bom dia, Janis e um abraço forte para a sua amiga Carol Fazu


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Vida, cultura, grana...

Apesar das agruras da vida...
Ainda vivo pelo que acredito: Livros, cinema, arte, teatro, música, biblioteca, museu, ciência e tecnologia de informação. E pelos anos 70: Foi uma época mágica, por isso, não sinto depressão, tristeza, angústia, vivo na minha, criei esse mundo, e nele que vivo, e nele um dia  vou partir. Se muitos se adequaram ao sistema vigente, eu não, apenas vivo nele. Estou sempre  em linha reta e o preço pago por viver pela autenticidade é alto, tem que ser firme.
          No meu tempo a ferramenta de busca para encontrar concerto, cinema, teatro, exposição, e tal...tal...tal...Era o Segundo Caderno do Jornal do Brasil(Porque não lia o Jornal Globo). É por isso, que estive presente em quase todas, vivia ligado atrás de cultura e já era uma figurinha fácil nesse tipo de evento... Nem pagava para entrar pois sempre tinha alguém que me convidava, agora muito por conta do amplo conhecimento cultural que sempre fiz questão de passar. Nessa época já fazia o que hoje é chamado de compartilhamento da boa informação e como sempre andei de bolsa(desde de pequeno), sempre carregava livro, periódico, recorte de jornal e foi assim por mais trinta anos.
          Ter cultura nunca foi sinônimo de ter grana. Aculturamento se faz no interesse de cada um. Agora certamente o conhecimento musical adquirido veio através dos programas Eldo-Pop Rádio Globo. Noturno na JB FM, Arte Final Jazz JB AM, Tribuna FM, 60 minutos de música contemporânea JB AM, Radio Mec Fm para música clássica, Fluminense Maltida FM, através de muita leitura com uma forte tendência  de decorar ficha técnica, o que proporcionou o alicerce para essa construção.