segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A MÚSICA INSTRUMENTAL NO RIO DE JANEIRO.

Pretendo contar um pouco dessa história...espero que curtam.


Sobre a Banda Black Rio.


Um pouco da história:

Depois de 20 dias consecutivos de ensaios e experimentações , a música de abertura de uma novela global tinha sido concebida, o antológico tema "Maria Fumaça", um marco na música instrumental brasileira.


"todo o poder para o povo"

 Tive sorte de ver a Banda Black Rio em ação por muitas vezes.

Conheci cada um deles. Posteriormente com o fim da banda, e a partida de Cláudio Stevenson, guitarrista e o único branco da banda e de Oberdan Magalhães. Só tive contato mesmo quase que direto com o trompetista Barrosinho, Era muita história.

Quando soube da partida do Barrosinho porque estranhei sua ausência pelo Centro com o seu Trompete, fiquei triste.

A missão aqui é manter essa memória toda viva...Tive sorte, pude estar presente em quase tudo quanto é lugar.
Os anos 70/80 foram quentes e demais da conta, abria-se o jornal e você não sabia qual concerto ver...Chegava a fazer jornada dupla, assistia um concerto 18:00, e depois outro 21:00, uma loucura cultural.

Era comum ver o Nico Assumpção quebrando tudo no Prudente Demais jazz club e ali perto uma grande jam no Rio jazz Club..

Dinheiro pra isso tudo?? nem precisava, virei amigo de todos vivia com as caras pra cima e pra baixo jameando. Lembro até hoje quando Arthur Maia me mostrou seu Fender Precision todo branco...que lindeza.
Na boa sacar de som foi a chave para o conhecimento e que colaborou e muito para transitar em todas as tribos...De Irajá, passando por Campo Grande, Santa Cruz ou Ipanema...Para um cara com eu nunca fez a menor diferença...Estou longe de qualquer mal, CULTURA E ARTE SUPLANTANDO TUDO.
E hoje aos 56, creio que ainda estou no caminho certo e morando na loucura da Lapa.(Continua)


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