sábado, 2 de abril de 2016

PÉROLA KING CRIMSONEANA.

Em toda sua linha discográfica a escuderia King Crimson, sempre foi permeada de grandes discos. Muito embora parecesse soar incompreensivo para ouvido acostumado com uma certa linearidade proposta pelo Pink Floyd, Yes e Genesis que disputavam o mercado do rock progressista.

Fripp avesso a isso tudo, seguia cada mais pela linha experimental...

E hoje o foco é King Crimson.


Fato...O YES perdeu sua força com a saída de Bill Bruford...que declarou que não tinha mais o que fazer no Yes com o convite para integrar o Rei Escarlate do mestre KING FRIPP? ROBERT CRIMSON?ou KING CRIMSON?



Segundo fonte, Bruford declarou que achava que executava jazz numa banda de rock, e se incomodou com o fato de Jon Anderson e Chris Squire estavam trocando os músicos por músicos mais competentes(o que de fato me estranha). Bruford já havia sido convidado para integrar a banda de Robert Fripp. Segundo, a mesma fonte, no ano passado(2015), se aposentou e tem ministrado aulas em uma Universidade americana ensinando aos percussionistas.



Na escuderia Crimsoneana em sua formação sempre foi cercada de grandes músicos: David Cross, Jamie Muir, John Wetton, Greg Lake,Bill Bruford, e tal...tal...tal...

Entre sua particularidade, a experimentalidade guitarrística dentro da mente inquieta de Robert Fripp e a semelhança de timbre e pelo instrumento em si, entre Wetton e Lake.



De fato a entrada de Bill Bruford no King Crimson, colocou a usina de Robert Fripp no mais alto patamar da experimentação progressiva.
O quarteto formado por Adrian Belew, Tony Levin, Bruford e Fripp foram além da linha proposta pelo rock progressivo.
Fripp, experimentalista por natureza e totalmente introspectivo, entrou numa onda hermética e criou uma linguagem onde a quebradeira sonora deu a tônica necessária.

A fase do "Discipline"é o ápice da formação do Crimson como quarteto.E inaugura o seu formato com duas guitarras por conta da experimentalidade de Adrian Belew.






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