domingo, 19 de julho de 2015

SOBRE A MINHA RELAÇÃO COM O SOM.

 Já passei do estágio comparativo faz muito tempo...
E se isso não resolver a questão de como encaro isso, o trechinho abaixo deve resolver.

A música vai muito além do gosto disso e não gosto daquilo...Fulano toca mais...beltrano toca menos...o jazz é tudo...rock é melhor...que nada MPB que é o grande lance...nada disso...prefiro progressivo...blues é mais simples...A música erudita é a mais pura...
TUDO ERRADO...A música vai muito além disso: Requer estudo, dedicação, imparcialidade sonora, inventividade e amadurecimento. ISSO LEVA TEMPO E BOTA TEMPO NISSO.
E UM PÚBLICO EDUCADO A OUVIR O QUE ELA TEM DE MELHOR...
TEM MUITO MÚSICO...E POUCA MÚSICA...


 Aproveitando o lance acima, esclarecendo:
Sempre ouvi de tudo. Meu avô, o responsável pela máquina Olivetti Lettera 22 que acabou parando em minhas mãos em 75.(ele escreveu muito nessa máquina), residia em Curitiba e tinha um paiol separado da casa para ouvir música. Quando ele me chamava para ouvir música erudita ficava quase em silêncio. Então, ia narrando o processo das composições. Ouvíamos vários trechos repetidamente e nada de passar de um disco para o outro.. Sabia muito.
Seu nome TRAJANO BRANDÃO, meu nome completo MAURO BRANDÃO WERMELINGER.
Deveria ter cerca de uns nove para dez anos de idade e ainda lembro-me do seu sistema de som RCA, GRUNDIG E TELEFUNKEN(Fabricação alemã)

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