domingo, 10 de maio de 2015

SOBRE O DISCO COME TASTE THE BAND- DEEP PURPLE

Nesse disco o Deep Purple deu uma guinada com a saída de Ian Gillan, Roger Glover e Ritchie Blackmore que não estava satisfeito com o rumo da banda e a sua proposta mais funk, fusion. Logo os testes começaram...
Foi convocado um baixista de superioridade técnica e que também projetava uma voz carregada de Soul e Funk no caso Glen Hughes e também compunha.
David Coverdale, também corria no sentido antagônico da estética vocal de Ian Gillan, com uma mistura de cantor negro, muito soul e feeling nos graves.
A técnica funk fusion, do louco do Tommy Bolin, na guitarra que vinha da seara do jazz-rock de Billy Cobham e a sua breve passagem no James Gang. E sustentando toda essa base Ian Paice.

Segundo, Jon Lord, um disco fantástico totalmente diferente do que ele havia executado no Púrpura Profunda até o presente momento...E assim, o disco "Come Taste the Band" foi concebido.

 Essa formação gerou três discos, a conhecer: Come Taste the band, Burn e Stormbringer e possibilitou Jon Lord a empregar o clavinete, sintetizadores, o piano elétrico Fender Rhodes, além do seu tradicional orgão Hammond com caixa de alto falante rotativo Leslie.

 Opinião:
Não menosprezo a formação MARK II com Gillan, Glover e Blackmore, fizeram história no cenário Purple.
Contudo, essa mudança ocorrida na MARK III com exímios instrumentistas onde dois dominavam o plano vocal fez o DEEP PURPLE soar além do que eles não esperavam.


Mauro Wermelinger, contando bastidores de um cara que parece até que esteve presente na história do rock...kkkk

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