quarta-feira, 11 de agosto de 2010

FILME QUASE FAMOSOS ALMOST FAMOUS


Esse filme conta minha saga, como pode um diretor escrever algo assim?
Porra, sou eu ao lado de Kate Hudson.
Iniciei a minha saga de escrever na mesma onda, viajando com bandas....
Miller, usa no filme um máquina de escrever Smith- Corona Galaxy DeLuxe.
Eu herdei do meu avô Trajano Brandão Couto, escritor e ensaísta uma Ollivetti Lettera 22.Nunca mais parei.Claro tive alguns hiatos, mas com o
advento da Internet, pirei, escrevo,escrevo,escrevo até cansar e dormir.
Trajano meu avô por parte mãe, era um entusiasta da escrita e uma fera na música clássica, Sempre morou em Curitiba, criava cães da raça AFGHAN HOUND e possuia 12 deles, tudo com pedigree e para ouvir música e escrever, construiu um paiol ao lado da casa, para se isolar.
Além de tudo funcionário padrão da Cia Vale do Rio Doce.

Eu digo: Preciso voltar para casa
Hudson: você já esta em casa.

LINDO!!!!!!MARAVILHOSO!!!!OBRIGADO GRILLO, PUTA PRESENTE.
Arrasou essa noite, Grillo amigo de sampa.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

CAUSOS 7

CAUSO:

Joni Mitchell:Toco com os músicos de jazz, porque eles sabem me socorrer quando preciso.

CAUSOS 7

Estou pior do que Forrest Gump. Risos.

CAUSOS 6

Vou narrar um causo:

Miles estava indo para um concerto de Carro:

Miles: Motorista, pare!!!, vou comprar um jornal
...Miles: Condutor, por favor, pare de novo, vou comprar cigarros
Condutor: Miles!!! vamos nos atrasar para o show.
Miles: Impossível, eu sou o show.
Claro
eu não sou como Miles, apenas me expresso e bem pela palavra, é só
isso, escrevendo, escrevendo, escrevendo, sem parar, até cansar e dormir

CAUSOS 5

Outro causo:
Durante o seu período no Weather Report, Jaco estava limpo, doido naturalmente, mas sem drogas e álcool.
Saca como ele entrou para o Weather Report.

Pastorius; adentra o camarim do grupo e se reporta ao Josef Zawinull
.........Que onda!!!, vou escrever:

Pastorius: oi Zawinull!!!! sou John Francis Anthony Pastorius III, sou o maior baixista do mundo e quero entrar para a sua banda, deu-lhe um cartão com nome e telefone e uma demo-tape.
Zawinull: ei cara!!! caia fora, ok, não precisamos, o baixista na época era Alphonso Johnson, uma fera.
Zawinull,chega em casa e escuta a demo-tape e diz: não é que esse safado toca bem mesmo, e ligou em seguida para o Jaco.
O resto todos sabem.

CAUSOS 4

Outro causo:
Durante o Havana Jam 1979 com o TRIO OF DOOM, ele foi praticamente montado em cima da hora com:
McLaughlin-guitarra
Tony Williams-Bateria
Jaco Pastorius no baixo.
...Gerou agora um cd completo com o concerto que durou 39'
Nunca mais tocaram juntos, até hoje ninguém sabe a causa diss

CAUSOS 3

Outro causo;

Pastorius no auge da sua doença
maníaco-depressivo juntamente com drogas e álcool, invadiu o concerto do
Santana, ligou o baixo e mandou ver, tutuututututtnmttntnttuutnt.

CAUSOS 2

Outro causo;
Quando Coltrane se libertou do cavalo branco, a maltida e nefasta heróina que
tanto sucumbiu grandes músicos e passou para o soprano na sua busca
espiritual deu a seguinte entrevista:
Entrevistador: Coltrane? o que pretende ser com esse seu novo som
...Coltrane: eu???, quero ser DEUS
Ponto final.

CAUSOS

CAUSOS

Publiquei muita coisa entre o segundo semestre de 2009, até o presente momento. Esse mais um.

orkut,
Facebook, My Space, Fórum, comunidades, blog entre outros, nunca paro,
todo dia sai um(quase) se fico triste sai, se fico alegre também, nada
...impede essa máquina chamada Mauro Brandão Wermelinger, fico feliz por
isso, é a melhor terapia para curar o que tive e tenho certeza que não
vai voltar.

BILL BRUFORD


WILLIAM "BILL BRUFORD.

Bill Bruford (n. 17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes, King Crimson e Genesis, entre outros grupos de rock progressivo. Bill Bruford inseriu para o rock novos rudimentos, técnicas sinfônicas e orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos pioneiros do rock progressivo inglês.

Passou por diversos grupos:
Pavlov's Dog.
Gong.

EARTHWORKS, seu grupo de jazz com formação de baixo-acústico, piano e sax.
Fugiu totalmente da linha progressiva, buscando novos caminhos para a sua sonoridade, sem esquecer o uso da caixa, sua marca registrada.
Nos anos 70, após a sua saída de diversos grupos formou também a BRUFORD BAND
que contava com Allan Holdsworth(guitarra) Jeff Berlin(baixo) e Dave Stewart(teclados)
Lançou quatro discos solos com essa formação e um dvd intitulado BRUFORD GOES TO COLLEGE DE 1979.
Com uma técnica apurada deu um colorido a mais nesses grupos e infinitamente foi o
melhor batera nos grupos YES E KING CRIMSON.
Bruford veio ao Brasil recentemente(claro tocando só em SP) com o seu grupo de jazz.
Lançou vários métodos de baterias, dando um destaque a mais ao emprego da caixa seu ponto principal.
Se destacou mais no KING CRIMSON ao usar a bateria eletrônica Simmons. Bruford foi
o pioneiro no uso desse instrumento totalmente midiada(sistema MIDI)Musical Instrument Digital Interface. Fripp deu a tão esperada liberdade para Bruford no seu grupo.
É isso aí comuna, contribuam para o brilhantismo dessa Comunidade que extrapolou o som carioca dos anos 70 que foi sem dúvida um movimento brilhante.
Mas, dando margem para outros assuntos, sem censura ou críticas, muito pelo contrário.
Aqui se encontra uma total liberdade para escrever sobre música de qualidade.
E graças a DEUS, eu sempre tenho o que postar aqui.
mauro brandão wermelinger.

Extraído dessa comunidade no Orkut.

NOVO CD DO SOFT MACHINE


Acabo de receber mais um cd do Soft, com a formação clássica; Wyatt. Ratledge, Hopper e Dean.
Trata-se do cd duplo LIVE AT HENIE ONSTAD ART CENTRE 1971.
Acho ao meu ver, o mais radical dessa formação. Pois só tem um tema em cada cd.
As composições são interligadas numa profusão de improvisações entre os membros da banda
Qualidade de áudio excelente e ainda vem um cd-rom contando toda a parte eletroacústica da banda como o emprego do gravador de rolo STUDER e uma resenha dos grandes compositores de vanguarda.
Bom, é isso.

Meu amigo Júlio Barbosa o baixou para mim, um grande professor e perito em informática.

SOFT MACHINE NOVIDADES 3

Em relação ao Percy Jones, tenho a impressão que ele foi tapar o buraco com a saída de Roy Babbington.
Agora como ele foi para na banda, ainda é um mistério para mim.
Logo ele integraria a banda fusion de Phill Collins(trabalho paralelo ao Gênesis) BRAND-X

SOFT MACHINE NOVIDADES 2

Jack Bruce, também tocou no grupo no álbum LAND OF COCKAINE, com a participação de Allan Holdsworth na guitarra.
Esse álbum é estranho em relação a linha adotada pelo Soft, nesse trabalho temos um SOFT MACHINE diferente mais comercial.

SOFT MACHINE NOVIDADES 1

Não se sabe como Percy Jones foi parar na banda, pois em todas as pesquisas feita por mim seu nome sequer é citado.
Só descobrir quando assisti o vídeo intitulado SOFT MACHINE NEW CASTLE 1973.
Com a seguinte formação:
John Etheridge(guitarra)
Ric Sanders(violino elétrico)
John Marshall(bateria)
Percy Jones(baixo)
Karl Jenkins(oboé, sax soprano, barítono e teclados)
Percy Jones fêz carreira em outro grupo fusion o BRAND-X

SOFT MACHINE NOTÍCIA EM PRIMEIRA MÃO

SOFT MACHINE NOTÍCIA EM PRIMEIRA MÃO

Em primeira mão vai sair um cd e dvd, intitulado SOFT MACHINE NDR JAZZ WORKSHOP
Hamburg, Germany 17 de maio de 1973.
Com a formação composta por Karl Jenkins(sax e teclado) Roy Babbington(baixo de seis cordas) John Marshall(bateria) e Mike Ratledge(teclados)
Consiste de um concerto com alunos, duração de 70 minutos, com som e imagem de qualidade.
Para a título de informação a NDR é uma rádio estatal alemã, que grava em vídeo e áudio seus concertos e que tem lançado muito coisa dessa época de diversos outros grupos.
O meu amigo Jovino Santos Neto que tocou por 16 anos no Grupo do Hermeto Pascoal
fêz um trabalho ainda inédito com a NDR BIG-BAND que contou com o baterista brasileiro
Márcio Villa Bahia.
Bahia, voltou para uma nova gravação com a NDR BIG-BAND com Joyce e Gilson Peranzzetta.
O vídeo e o cd gravado pela NDR, juntamente com a distribuidora CUNEIFORM RECORDS
autorizaram a divulgação de um trailer que já está disponível no youtube e que também se encontrar no meu Orkut e FaceBook.
Vou ficar atento para mais notícias sobre o Soft Machine.

SOFT MACHINE PARTE 9

SOFT MACHINE

A principal distribuidora dos cds do SOFT, chama-se CUNEIFORM RECORDS.
www.cuneiformrecords.com
Aqui no RJ pode ser encomendada nessas lojas especializadas em cd.

LOJA SCHEHERAZADE NA TIJUCA COM O MEU AMIGO RENATO CRUZ.

SOFT MACHINE PARTE 9

SOFT MACHINE

A minha admiração por esse grupo vem de longa data, o emprêgo do Fender Rhodes e teclados e a levada, me fêz ser um apaixonado pelo som desse banda.
A forma como desenvolviam as improvisações são até hoje super-ultra-modernas.
o set de bateria de Wyatt era mínimo e ele fazia o máximo, preenchendo todos os espaços deixado pela melodia.
Hugh Hopper, foi o pioneiro no uso da distorção no baixo que era um FENDER JAZZ BASS
Em relação aos sopros, ele teciam as principais melodias que eram acompanhadas de
grande improvisações.
Gosto de todas as formações, inclusive a fase em que contava com John Marshal um baterista experiente em se tratando de música de vanguarda e Karl Jenkins que introduziu um instrumento sinfônico que é o Oboé.
Jenkis também fêz uso do sax-barítono(mais grave) até então, o Soft ainda não tinha experimentado tal instrumento.
Houve também uma formação belíssima com dois sopros: Elton Dean e Lyn Dobson que faziam contrapontos em relação a dupla de sopros.
O grupo também lançou mão de naipe de metais, dando uma concepção de big-band
mais com ênfase a improvisação.
A grande maioria dos cds do SOFT, são ao vivo e consta básicamente de improvisações sobre os temas conhecidos.
Mas, mesmo com composições iguais em todos os discos, nem um soava igual ao outro.
Essa era a química do SOFT MACHINE, um grupo que priorizava a improvisação coletiva.
Wyatt hoje se encontra numa cadeira de rodas, ele participou do último DVD de David Gilmour e executou um lindo solo de trumpete.
O resto da turma, nunca li mais nada a respeito, sinceramente nem sei se estão vivos.
Só anunciaram o falecimento de Elton Dean e Hugh Hopper recentemente.
Espero que a comuna curta todas essas informaçôes desse grupo.
O MÁQUINA SUAVE-SOFT MACHINE.

SOFT MACHINE PARTE 8

SOFT MACHINE

Em setembro de 2005 foi lançada a biografia do Soft Machine sob o título de Out-Bloody-Rageous, por Graham Bennett.
Esse título também é nome de uma música do SOFT MACHINE.

SOFT MACHINE PARTE 8

SOFT MACHINE

O álbum no qual Jenkins tocou pela primeira vez no Soft Machine, Six, ganhou a premiação de melhor álbum britânico de jazz no Melody Maker em 1973.
O Soft Machine foi escolhido como a melhor banda pequena de jazz no Melody Maker em 1974.
O nome do saxofonista Elton Dean Inspirou Reginald Kenneth Dwight no nome artistico junto com Long John Baldry do Bluesology, Elton John.
Acho que por enquanto, é só, vou continuar pesquisando sobre o Soft Machine, para
ver se acho alguma coisa inédita

SOFT MACHINE PARTE 7

SOFT MACHINE SOFT WARE

Uma nova reunião do SOFT MACHINE se deu há pouco tempo com um novo nome para a banda SOFT WARE que contava com Allan Holdsworth, Hugh Hopper, Elton Dean e John Marshal.
Eles gravaram um cd com essa banda que logo depois foi rebatizada para SOFT WORKS que culminou em grandes concertos e mais um cd. Pelo que já ouvi e li a respeito dessa nova encarnação do SOFT MACHINE é uma música de alto nível técnico.
Sendo que mais tarde esse projeto foi abortado, voltando a usar o nome SOFT MACHINE com John Etheridge na guitarra, Hooper no baixo, Elton Dean sax e John Marshal na bateria.
Com o falecimento primeiramente de Elton Dean, Theo Travis foi convidado a assumir o posto deixado por Dean.
Com essa nova tragédia na trajetória do SOFT com o falecimento recentemente do baixista Hugh Hopper, acho que termina o legado SOFT MACHINE.
Sinceramente não sei por onde anda os músicos das formações anteriores sei que Wyatt está vivo em cadeiras de roda, tocando trumpete, ele participou recentemente do dvd do David Gilmour e executou um solo brilhante.
Por onde anda Mike Ratledge, Karl Jenkis, Roy Babbington entre outros, realmente não sei dos paradeiros dos mesmos.
Quem souber, por favor escreva nesse blog.

SOBRE O AMOR

SOBRE O AMOR

Bom, o amor nunca é perfeito, mas tem uma fórmula:
O grande lance é ficar ligado, e nunca, mas nunca entrar no piloto automático, e nem de standy-by.
Tocar sempre de ouvido.

LUCAS VIEIRA,, 16 ANOS ESCRITOR PRECOCE

Meu amigo lucas de 16 anos, completou no orkut, foi publicado lá
Lucas
Um outro lugar em que vejo indiretamente a relação da música com a violência é na grande obra cinematográfica de Stanley Kubrick Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971...) que é baseada em um livro homônimo de Anthony Burgess, onde o protagonista Alex é um jovem vândalo, adepto da Ultraviolência e fascinado por Beethoven. Em determinado momento do filme, ele sofre um tratamento e como consequência não consegue mais pensar em sexo, violência ou então ouvir as obras de Beethoven, em especial a 9ª Sinfonia, que era a sua favorita. É apenas a minha opinião, não digo que Alex praticava seus atos violentos por causa da música, mas creio que esta o influenciava.

MÚSICA COMO INSPIRAÇÃO PARA O MAL, O CAOS E A TORTURA.

MÚSICA COMO INSPIRAÇÃO PARA O MAL, O CAOS E A TORTURA.

A música é uma das coisas mais maravilhosas que existe na natureza, ela une as pessoas, conforta, diverte, ensina, educa e harmoniza as nossas vidas. Mas existe um outro lado. Ela, também.Pode servir para inspirar os humanos a fazerem as mais inacreditáveis atrocidades.

Existem coisas na vida que nós não podemos evitar.
Música é uma delas, ela eleva o espírito muito acima das tensões de cada dia.
Com música se vive muito mais e melhor, música faz parte da vida não tente viver sem ela.(mauro brandão Wermelinger, 1973)

Berlin, capital da Alemanha, que tem uma história espetacular, principalmente durante a Segunda Guerra Mundial. Por todos os lados, se vê uma menção à guerra e suas consequências, monumentos, homenagens, o que restou da estrutura do muro e muitos museus. A cidade foi destruída pela guerra insana que Adolf Hitler começou a arquitetar desde muito cedo na sua vida. E pensar que a principal inspiração para Hitler criar a sua ideologia nazista foi a música!

Meu avô Gripp Wermelinger, sobreviveu ao Holocausto de Hitler.
Durante o banho de ácido sulfúrico ele não foi escolhido, pois era tudo à revelia, no dia seguinte ele e uma turma fugiram e chegaram a Friburgo RJ.
Os Spinnellis
Os Moneratts
Os Hugenins
Os Wermelingers
Entre outras famílias, durante a sua fuga, ele se feriu no arame farpado, teve gangrena e perdeu a perna, partiu como a numeração marcada à ferros no braço, perdeu o seu nome, ganhou um número(agora esqueci).
Como todos das famílias supracitadas ajudaram a fundar Nova Friburgo que tem como sede Freiburg na Suiça.
Também expresso a minha pena pelos soldados de Hitler, claro alguns gostavam, outros não, estavam seguindo ordens do Louco e Sociopata
Adolph Hitler, juntamente com a megera Eva Braun, que Deus os tenha.

Um historiador de Nova Friburgo escreveu um livro sobre o clâ Wermelinger, lá se encontra toda a árvore genealógica dos Wermelingers, meu nome está lá Mauro Brandão Wermelinger.

As óperas de Richard Wagner foram essenciais para a formação dos conceitos racistas na mente de Adolf Hitler. A visão de uma batalha épica e heróica, na construção de uma Alemanha grandiosa, que seria superior às outras nações e ele se vendo como um messias, o salvador, vieram das experiências vividas por ele nos grandes teatros de Viena e Linz, na Áustria. Ele assistiu esses espetáculos por mais de cem vezes, sabia de todos os detalhes, desde a montagem até a execução das obras de seu grande ídolo.

Wagner era muito nacionalista, se considerava o mais alemão dos alemães, usava em seus libretos somente histórias de um passado glorioso alemão, de mitos e semideuses, cheio de batalhas, sacrifícios e dor. Tudo isso ajudou a moldar a cabeça de Hitler, que desde cedo, aos 16 anos, quando viu sua primeira ópera de Wagner em Viena, buscou inspiração para seus planos de conquista mundial. O antissemistismo também se moldou com a influência de Wagner, que escreveu um ensaio sobre a influência dos judeus na música, atacando mais precisamente o compositor Maybeer, apesar de o próprio Wagner ter tido muitos amigos judeus.

Sem Richard Wagner seria Hitler possível como foi?

Hoje, dia 6 de agosto, são lembrados os 65 anos da bomba atômica de Hiroshima, triste e lametável consequência de uma Guerra que começou na cabeça de um jovem medíocre, que não tinha amigos, mas tinha esta paixão pela música.

Uma bomba estúpida, numa guerra idem, quando o bombardeio B-52 lançou a Fat Boy o mundo nunca mais o mesmo. Tenho pena dos pilotos, estavam cumprindo ordens, eles não tem culpa, e sim o governo americano.
Alguns ficaram loucos com tamanha atrocidade feita pelo homem, outros se mataram e alguns sobreviveram.

Outro fato histórico e que teve consequências absurdas, foi o conjunto de assassinatos cometidos pela “família” de Charles Manson, inspiradas pelo álbum branco dos Beatles, mais precisamente pela música Helter Skelter. Manson era filho de mãe prostituta e de pai alcoólotra e claro foi um jovem muito problemático e violento. No final dos anos sessenta, ele se instalou na Califórnia, num antigo cenário para filmes de bang-bang e lá ele criou a sua gang, carinhosamente chamada de “família”. Eram jovens perdidos, abusando das drogas, especialmente o LSD, em meio a orgias e conceitos alucinógenos do fim do mundo.
Manson tinha um apetite sexual voraz, transava todos dias com várias mulheres ao mesmo tempo e ainda de madrugada, era completamente louco.Está preso ainda, cumpre prisão perpétua.Tenho infelizmente um documentário sobre essa mancha no verdadeiro movimento contracultural
No final dos anos 60, deixando uma marca profunda na essência do movimento da alternativo de paz e amor.
Manson era louco e tirava onda de hippie, metido a cantor-folk, na verdade isso foi uma grande fachada para os seus planos diabólicos.
Um grande serial-killer e psicopata, um ser asqueroso e ligado ao mal.

Segundo Manson, os Beatles eram os quatros cavaleiros do apocalipse e através de suas músicas estavam anunciando o fim dos tempos, a destruição do mundo pelos negros. Black Bird seria sobre a ascenção dos Panteras Negras, Piggies sobre os porcos brancos e a que mais influenciou Manson, Helter Skelter. A música, segundo Paul
McCartney, era uma resposta a uma música do The Who que Pete Townshend considerava a mais suja, barulhenta e agressiva que já tinham feito. Paul não deixou por menos e escreveu a Helter Skelter, que ele mesmo considerava uma música despretensiosa. Não para Charles Manson, que de certa forma, se apoderou dela e através de sua letra e atitude agressiva, moldou a sua maneira de ver o mundo e de “resolver” os seus problemas.

Por causa de uma negativa de uma gravadora, que não aceitou uma demo tape de Manson, onde tinham algumas de suas músicas e alguns plágios do Beatles, é claro, ele se revoltou e começou a sua revolução. Invadiu uma mansão, pensando ser a do dono da gravadora para assassiná-lo mas, ele já não morava mais lá. Quem estava morando nesta mansão era a família do diretor de cinema Roman Polanski. A sua mulher, Sharon Tate, que estava grávida, foi brutalmente assassinada junto com amigos, a facadas. O sangue das vítimas foi usado como tinta para as frases que foram pichadas nas paredes, entre elas, Helter Skelter e Arise (da música Black Bird). Mais assassinatos ocorreram nas semanas seguintes, na mesma região rica de Los Angeles até que a “família” foi presa em seu rancho e condenada à prisão perpétua. Charles tinha um suástica tatuada em sua testa, símbolo principal dos nazistas, mostrando o seu posicionamento racista. Os Beatles, que sempre cantaram o amor melhor do que ninguém inspirando assassinatos? Como? Sem o álbum branco dos Beatles seria Charles Manson possível como foi?

Outros casos que ligam a música a atos de violência são os das bandas Judas Priest e Ozzy Osbourne, que foram acusados de incitar o suicídio através de suas músicas e mais recentemente o caso do exército americano usar o heavy metal como instrumento de tortura contra os iraquianos, tocando bandas como Metallica nos alto-falantes colocados nos tanques, no mais alto volume pra toda a cidade escutar. A música como arma? Absurdo!
Isso foi um verdadeiro estapafúrdio, o vocalista Rob Hallford conta a sua verdadeira versão no documentário da série classic albums.Hallford narra tudo sobre disco BRITISH STELL.
Queriam era dinheiro em cima da banda, se deram mal.

A música não pode ser a culpada destes atos inacreditáveis de que o ser humano é capaz. Hitler não acaba com a beleza e maestria da música de Wagner, assim como Charles Manson não acaba com o inocente desejo de Paul McCartney de fazer barulho. Culpar a música é querer tapar o sol com a peneira.

Música é paz,amor,arte,espírito,natureza e fraternidade.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

DEUS, O REVOLUCIONÁRIO


Amigos do facebook completaram
Um amigo de sampa, grande baixista, outra amiga do rio de janeiro.
DEUS, O REVOLUCIONÁRIO
No sétimo dia, Deus tocou um blues.No sexto, um jazz.No quinto, um progressivo.No quarto, um fusionNo terceiro, um Hard-RockNo segundo, um acid-rockNo primeiro, Música Livre Instrumental Universal Brasileira.Deus, criou o som, é isso.Deus, criou tudo, Aleluia!!!E ainda deu tempo de descansarJesus.Cristo, forasteiro revolucionário, que com as suas idéias, não foi compreendido nem pela sua nação judaíca e nem pelos Romanos, padeceu por nós.O maior revolucionário do mundo.Tenho Dito.Mauro Brandão Wermelinger06/08/2010
Arismar completou saca só:
Arismar Do Espirito Santo aeh !!! e eu acho que Deus...é baixista !!!
Arismar Do Espirito Santo e o solo dele... escreve certo por linhas tortas...
o cara é out side !!!
Tem mais.
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Renata Regadas e durante todos esses dias ele dançou.
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Mauro Wermelinger obâ!!! está aumentando, vou editar.
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Mauro Wermelinger Arismar Do Espirito Santo aeh !!! e eu acho que Deus...é baixista !!
*
Mauro Wermelinger Arismar Do Espirito Santo e o solo dele escreve certo por linhas tortas...
o cara é out side !!!

DEUS, O REVOLUCIONÁRIO

No sétimo dia, Deus tocou um blues.
No sexto, um jazz.
No quinto, um progressivo.
No quarto, um fusion
No terceiro, um Hard-Rock
No segundo, um acid-rock
No primeiro, Música Livre Instrumental Universal Brasileira.

Deus, criou o som, é isso.
Deus, criou tudo, Aleluia!!!
E ainda deu tempo de descansar

Jesus Cristo, forasteiro revolucionário, que com as sua idéias, não foi compreendido nem
pela sua nação judaíca e nem pelos Romanos, padeceu por nós.

O maior revolucionário do mundo.

Tenho Dito.
Mauro Brandão Wermelinger
06/08/2010