segunda-feira, 9 de agosto de 2010

SOFT MACHINE PARTE 9

SOFT MACHINE

A minha admiração por esse grupo vem de longa data, o emprêgo do Fender Rhodes e teclados e a levada, me fêz ser um apaixonado pelo som desse banda.
A forma como desenvolviam as improvisações são até hoje super-ultra-modernas.
o set de bateria de Wyatt era mínimo e ele fazia o máximo, preenchendo todos os espaços deixado pela melodia.
Hugh Hopper, foi o pioneiro no uso da distorção no baixo que era um FENDER JAZZ BASS
Em relação aos sopros, ele teciam as principais melodias que eram acompanhadas de
grande improvisações.
Gosto de todas as formações, inclusive a fase em que contava com John Marshal um baterista experiente em se tratando de música de vanguarda e Karl Jenkins que introduziu um instrumento sinfônico que é o Oboé.
Jenkis também fêz uso do sax-barítono(mais grave) até então, o Soft ainda não tinha experimentado tal instrumento.
Houve também uma formação belíssima com dois sopros: Elton Dean e Lyn Dobson que faziam contrapontos em relação a dupla de sopros.
O grupo também lançou mão de naipe de metais, dando uma concepção de big-band
mais com ênfase a improvisação.
A grande maioria dos cds do SOFT, são ao vivo e consta básicamente de improvisações sobre os temas conhecidos.
Mas, mesmo com composições iguais em todos os discos, nem um soava igual ao outro.
Essa era a química do SOFT MACHINE, um grupo que priorizava a improvisação coletiva.
Wyatt hoje se encontra numa cadeira de rodas, ele participou do último DVD de David Gilmour e executou um lindo solo de trumpete.
O resto da turma, nunca li mais nada a respeito, sinceramente nem sei se estão vivos.
Só anunciaram o falecimento de Elton Dean e Hugh Hopper recentemente.
Espero que a comuna curta todas essas informaçôes desse grupo.
O MÁQUINA SUAVE-SOFT MACHINE.

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