domingo, 5 de dezembro de 2010

MIGUEL COUTO

O formando Miguel Couto do professor Pedro Sá, apresentou um repertório baseado na percussão contemporânea pela Escola Nacional de Música da UFRJ- Rio de Janeiro-Passeio Público.

Wayne Siegel- 42nd street Rondo.
Elliot Carter- Marcha.
Maz Leth......- Effugonetron(que lembra a Bananeira do João Donato)
Qualquer semelhança é mera coincidência(RISOS)
Gordon Stout- Astral Dance
Milt Jackson(arr. Arthur Lipner) Bangs's Groove
Steve Reich- Clapping Music(um duo de palmas)
Frank Zappa- Black Page
David Lang- Envil Chorus.
Um concerto brilhante, correto e instigante.
Couto mostrou seriedade, maturidade e bom gosto na escolha das peças.
Em especial Black Page que confessou como esse tema é complicado.
Todas as peças, Miguel teceu pequenos comentários.
No final ele me disse: Cara, espero que não tenha se decepcionado com o tema do Zappa.
Eu disse: que nada bicho, fez o melhor nesse momento, e isso é o que vale.
Voltei para casa feliz, cheio de som na cuca.

NOVOS PIANISTAS,UMA LISTINHA


Com base feita por Lis de Carvalho e Pedro Simão, uma pequena listinha das atuais feras das 88 notas.

Yaron Herman.
Fahir Atakoğlu.
Hiromi Uehara.

sábado, 4 de dezembro de 2010

LIS DE CARVALHO ENTREVISTA NA REVISTA VIVENDO DE MÚSICA


Entrevista – Lis de Carvalho

Nessa edição tivemos o prazer de conversar com a Pianista, arranjadora, compositora e professora Lis de Carvalho. Lis iniciou seus estudos de piano aos 6 anos e é bacharel em Piano Popular pela Faculdade Santa Marcelina e professora/coordenadora do curso de Piano Popular e Piano Complementar na ULM (Universidade Livre de Música). Tocou com artistas como Paulo Moura, Raul de Souza, Lula Galvão, Edu Lobo e Orquestra Jazz Sinfônica, Quarteto em Cy, Vânia Bastos, Tetê Spindola, Eliete Negreiros, Zezé Mota, Paula Lima, Margareth Menezes, Walter Franco, Richtie, Cezar de Mercês e Sérgio Dias, além de produção musical para o núcleo de teledramaturgia do SBT assim como para o mercado publicitário. Entre tantas atividades, Lis nos contou um pouco sobre sua carreira e seu novo DVD “Introdução ao Piano Base”, confiram!

1- Apresente-se enquanto músico, quais atividades relacionadas a música você realiza, grupos em que toca ou tocou.

Sou musicista profissional há 25 anos. Toquei no grupo Kali, um grupo feminino de música instrumental na década de 80, quando também comecei a tocar com o contrabaixista Celso Pixinga com quem gravei vários CDs e DVDs. Acompanhei cantores e músicos, com alguns dos quais gravei. Fui pianista por 9 anos do Tom da Terra, grupo vocal de música brasileira ligado à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, com quem gravei dois CDS. Dou aulas há 19 anos na ULM, hoje Tom Jobim EMESP. Gravei e criei para o mercado publicitário em algumas produtoras de áudio.

2- Conte-nos à respeito do seu aprendizado musical, com que idade começou, quais professores/ conservatórios / instituições de ensino estudou

Comecei a estudar piano aos 7 anos com minha mãe. Aos 9 comecei meus estudos com Lina Pires de Campos, pianista ligada à escola Magdalena Tagliaferro, participando de concursos e recitais. Aos 17 parei e aos 20 comecei a estudar jazz e improvisação com Gogô, hoje professor na UNICAMP. Estudei Harmonia e Arranjo com Claudio Leal Ferreira, na minha época e até hoje um dos feras nesse assunto, e Composição com H. J. Koellreuter, conhecido como professor de Harmonia do Tom Jobim. Bem mais tarde, comecei o Bacharelado em Piano Popular na FASM.

3-quais as suas maiores influências?

Ouvi música de todas as linguagens desde criança. Meu pai era colecionador de discos e pesquisador de música, conhecendo profundamente tanto música erudita quanto a música popular brasileira. Além dos clássicos da música erudita e popular brasileira e da Bossa Nova, cito Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Milton Nascimento, Astor Piazzola e todos os mestres do Jazz , Bill Evans, Herbie Hancock, Keith Jarret, Chick Corea, Horace Silver, Lyle Mays ... e claro o fusion de Miles Davis, guitarras, sintetizadores.

4- Como foi o início da sua carreira enquanto músico profissional? Como começou a lecionar

Depois de alguns trabalhos iniciais, o Grupo Kali foi meu primeiro grupo profissional. Comecei a dar aulas, um pouco antes disso, de piano erudito e popular na Oficina de Música Travessia, na época uma escola aberta e muito criativa onde tive o privilégio de conhecer ótimos músicos.

5- O que mudou no cenário da música profissional desde então? Melhorou ou piorou?

A internet e as leis de incentivo à cultura transformaram bastante o mercado, mas sinto que o espaço para a boa música instrumental diminui bastante aqui em São Paulo e no Rio de Janeiro. Temos, por outro lado, mais acesso à informação com o youtube, livros didáticos, nesse sentido melhoramos.

6- na sua opinião, qualquer pessoa é capaz de aprender a tocar piano? Qual o papel do professor na vida do aluno?

Qualquer pessoa não. Precisa ter o instrumento, vontade e disponibilidade pra estudar o que é proposto pelo professor. Nesse sentido o papel do professor é o de propor caminhos e formas de estudo sempre buscando a percepção e a sensibilidade .

6- Sua discografia comentada

Gravei seis CDs e dois DVDs com Celso Pixinga, dois Cds com o Grupo Tom da Terra, várias participações em Cds de músicos como Bocato, Faiska, Giba Favery, Léa Freire e o MPBaby de Bossa Nova.

7- Conte-nos um pouco sobre o DVD “Introdução ao Piano Base” , quando e como foi gravado, quem participou, quanto tempo tem de duração, público alvo e por que você resolveu fazer esse DVD (ou como o DVD pode auxiliar estudantes de piano

A idéia foi do Pixinga e do David Miranda, pelo selo HMP. A aula foi gravada em 2007 e lançada em 2008. O DVD tem uma hora de duração e 40 minutos de aula. Tem também uma entrevista em making off onde falo sobre minha carreira.

8- Foi difícil encontrar parceiros e editoras interessados em lançar e apoiar o projeto?

Dessa vez não. Fui convidada e gravei. Sei que a editora lutou bastante para sobreviver, tendo, ela sim, que buscar apoio.

9- Conte-nos um pouco sobre o cd MPBaby, como foi para uma pianista com a sua formação gravar um disco como esse

Esse disco é muito interessante e foi bom fazê-lo. Aprendi muito no processo. Não é infantilizado e sim para pais e filhos, como é recomendado. É um disco sereno com todas as informacões necessárias para ouvir e entender a bossa.

10-atualmente está envolvida em outros projetos? Pode comentá-los?

Busco sempre estar envolvida em projetos. O projeto de gravar meu trabalho como compositora está sempre vivo.

11- Quais dicas você pode dar para um jovem que deseja tornar-se músico/ pianista profissional?

Ouvir muita música e estudar. Se preparar para o mercado com ética e disposição para o trabalho em grupo, que é o grande prazer, objetivo e também desafio da música.

12- Quais os requisitos necessários para sobreviver de música, na sua opinião?

Conhecer muito, criar sempre caminhos e atuar de várias formas.

13- Deixe uma mensagem aos leitores / sinta-se livre para fazer algum comentário

Quebrem tudo...no bom sentido sempre.


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

DEPOIMENTO SÉRGIO DE CARVALHO

Sérgio

Mauro Rock!

Esse apelido tem suas origens nos tempos da Praça Seca em Jacarepaguá nos anos 70, época que conheci este meu grande e estimado amigo fraterno !

O que que acontece....o cara é fera mesmo, saca tudo de som, mente afiada, tremenda musicalidade, rapido no gatilho, detalhista, escreve pacas e tem um acervo literário, de audio e imagem com relíquias e preciosidades incríveis !

Parabéns pela comuna!

MAURO WERMELINGER

PLANTÃO WERMELINGER INFORMA;PRODUÇÃO EM VÍDEO COM ILHA COMPLETA COM CÂMERAS ENTRE EM CONTATO:TEL 2224 8962 9658 9147 DDD021-RIO DE JANEIRO.OU 2223-2262 9658 1399 WHELLINGTON FREITAS.




Mauro Wermelinger

Mauro Wermelinger PLANTÃO WERMELINGER INFORMA;PALESTRAS
SOBRE MÚSICA; HISTÓRIA,APRECIAÇÃO, ESTÉTICA MUSICAL VOLTADAS A MÚSICA DE
JAZZ, PROGRESSIVO, BLUES, ROCK, VANGUARDA, MÚSICA INSTRUMENTAL
BRASILEIRA.COM EXEMPLOS EM AUDIOVISUAL....CONTATO TEL 2224 8962 9658 9147 MAURO BRANDÃO WERMELINGER.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

LIS DE CARVALHO REPERTÓRIO DO PRIMEIRO CD SOLO

Essas são as composições que farão parte do seu primeiro cd solo(ainda sem título)

As músicas:
1- Invernal
2- Sonata Brasileira
3- Luiza
4- DeNoite
5- Balada pra Tereza
6- Labirinto
7- Kali
8- Salseando
9- Tacho(Hermeto Pascoal)
10- Marias (sendo terminada)
11- Luiza em Paris (sendo começada)
12-Enigma
13- Cabuloso(Radamés Gnatalli)

Formação:
Celso Pixinga-Baixo
Giba Favery- Bateria
Com participações especias a serem definidas.



UMA POESIA BEAT ESPECIAL

Mauro Wermelinger
beijos na paulista chupei no carro café alto de pinheiros gozo livros do albatroz hotel na lapa sexo revelações padaria na vila madalena noite fran's suco metrô galeria do rock carro altas merdas jantar delicioso consolação café na lapa,jaboticabeira internação muito sexo paixão e amor rodoviária os melhores beijos e o melhor abraço.

Mauro Wermelinger Uma puta poesia beat, a nova geração.

O BLOG É MEU ESCREVO O QUE QUERO

Bom... resolvi misturar tudo, vai ser assim agora; música, pensamento, causos, poesia entre outros.

Brincadeira bloqueiros de plantão, podem comentar à vontade.

FASE BEAT V

PLANTÃO WERMELINGER INFORMA: UMA POESIA NOVINHA BEAT.

Julho 2010, finalmente o encontro, novo amor, novas amizades.
Som, postagens, links, comentários, todos curtindo eu amando.
............Facebook, lugar louco, de som, de poesia, de arte de luz.
...Boteco aberto, gente aberta, tudo acontecendo, tudo, eu feliz por tudo e por todos.
Sampa,sampa, sampa: terra louca, da cultura, do caos no trânsito, de gente culta, elegante e sincera, parece Lulu Santos, eu hein!! que tocou progressivo, Vímana; com Lobão, Ritcher, Fernando Gama.
Todo dia é dia, de quê?
Rodoviária, Santos Dumont, Mega Wartz, Passeios, dia clareando, o som e a vida surgindo a cada hora, vida preciosa, não posso perder tempo.
Tempo de escrever, lutar, viver e amar, preservar para sempre, as pequenas coisas da vida.
Voltemos para os 70, por favor, voltemos é preciso, som era melhor, as pessoas, a vida, a arte e tudo mais.
O que restou?
Vida, amor, camaradagem, isso nunca acaba, nem o tempo, nem o homem, nem o sistema.
Aqui um woodstock digital, o tempo sempre para nos 70, fico feliz por isso.
Pode ser Evans, Abercrombie, Santana, Rolling Stones, HeadHunters, Ecm, muito som, muito som, muita luz.
Tem espaço para todos: a turma chega junto todo dia, toda hora se deixar.
No compasso de espera, de mais um dia que se finda. Tempo de Despertar(nome de filme? risos).
Alguém disse: o mundo acabou nos 70, quem foi? eu sei... Um inseto noturno que faz um ruído interessante.
No meu jardim, uma flor de lis sempre renasce, sempre renasce.
Eu regando,regando e regando.

Dedicado aos verdadeiros facefriends e outros que irão por chegar.
e para uma pessoa em especial...

MAURO BRANDÃO WERMELINGER- DIA 23/11/2010 20:15

Tudo improvisado, nada pensado, nada programado, nada combinado, pura inspiração" A INSPIRAÇÃO BEAT

FASE BEAT IV

Mauro Wermelinger
PLANTÃO WERMELINGER URGENTE, MAIS UMA POESIA BEAT

Sábado, 9:57, Santos Dumont, o pai da aviação.
Mais uma vez a madeira forte chega.
Firme e Resistente.
...Manhã, café com Júlio, altas apresentações, muita cultura.
Almoço na Glória, que Glória!!!!
Braseirinho pegando fogo, comida forte e abençoada.
Caminhadas, de novo, Hélida, Mega Wartz, tatoo.
Todos estavam lá, Tatuagem em processo, Jethro Tull, soando THICK AS BRICK.
Passeando pelo underground como um chefe de estado, encontros repentinos com a velha tribo, Jimi sessenta anos ainda inteiro, marquinhos seguindo os mesmos passos.
Aviso! conselho, cuidado com elas.
Todos ficam felizes, que encontro!!!!
Fim de Tarde, sábado a mil, noite chegando, como um dínamo estrelado na maquinária da noite.
Amor, devoção e entrega, como no disco Love, Devotion Surrender, Mclaughlin e Santana.
Coltrane, rápido como um cometa.
Mclaughlin presente, juntamente com DeLucia e Coryell, 1979.
Coltrane, rápido como um cometa.
Chama ardente, cheiros se completam, tudo fica lindo, divino e maravilhoso.
Mudança chegando, tudo de uma vez, ambos os lados, Minha Nossa!!! está tudo acontecendo como "Quase Famosos" a minha história, William Miller, esse sou eu.
ao lado dela...a madeira forte
Café na madrugada, amor sublime, chegado ao fim.
Domingo, todos cansados e felizes, de novo Dumont chegando.
Olhando para cima vejo aviões, e a saudade matando.
Cansaço chegando com tudo, cansaço chegando, chegando e seguindo em frente, sempre em frente.

autor: Mauro Brandão Wermelinger dia 14/10/2010

FASE BEAT III

PLANTÃO WERMELINGER INFORMA: STAR TREK THE BEAT GENERATION THE FINAL FRONTIER

VI A CANDELÁRIA
NO FINAL DA GRANDE RETA,
VI COM PAIXÃO O QUE BUSQUEI
...ENTREGUEI A ELE O QUE SENTI,
SUPORTEI AS PERDAS
GOZEI OS GANHOS,
NO PARAÍSO DEPOIS DA MAÇÃ.
GLÓRIA E PASSADO
INTENSO E PRA SEMPRE,
CAVERNA DE PLATÃO HUMANA,
BUSCANDO A VERDADE
NAS SOMBRAS,
NOS RAIOS DE LUZ
DAS FRESTAS NA LAPA.
VI A DOR E O PRAZER DO CORPO NU
NO FINAL DA GRANDE RETA,
VI AMIGOS NO UNDERGROUND
DAS RUAS DA CIDADE
QUESTIONANDO AS PERDAS,
GOZANDO OS GANHOS,
DEPOIS DA MAÇÃ...
com amor e paixão,Ver mais
Ontem às 22:23 · ·
#
Mauro Wermelinger CARA!!!! A POESIA BEAT DE VOLTA NA MERDA DO FACEBOOK.Ver
#
Mauro Wermelinger
PLANTÃO WERMELINGER URGENTE, MAIS UMA POESIA BEAT

FASE BEAT I

PLANTÃO WERMELINGER:
DE VOLTA PARA A NOVA GERAÇÃO BEAT.

...Mauro Wermelinger
........................Domingo tarde. Candelária, CCBB, livraria, Zabriskie Point,Café, paixão, amor puro, sexo louco.
.................................Ritmo frénetico, almoço na Glória, autógrafos de grandes músicos.
Passeios intermináveis, de novo, fogo e paixão, finalmente o ...tão esperado vinho. Jantar na madrugada, revendo amigos, altos papos, cultura geral, Sobrinhas Fakes. Entretanto, são legais.
Loja de Tatoo, o cara desisti, lugar de alto astral e arte no corpo.
Segunda à noite divagações, viagens, conversa séria, recíprocidade amorosa, pranto, profundidade total. Cansaço chegando com tudo.
Terça On the Road de novo, como na chegada.
Um nova geração beat renasce como o Ginsberg, Ferlighetti, Corso, Cassady entre outros.
Tudo em volta está deserto, tudo certo.
No momento serenidade, mudança, serenidade, descansar e esperar uma nova saga.
THE END.
Vai entender algo tão louco e verdadeiro.
Autor: Mauro Brandão Wermelinger-07/09/2010 terça-feira.

QUEM NASCEU...


Mauro Wermelinger
Cá entre nós um texto antológico meu;

QUEM NASCEU NOS ANOS 50 OU ANTES DISSO: TU VIU E TUDO VIVEU.
QUEM NASCEU NOS 60, PEGOU UMA PUTA CARONA E TEVE QUE CORRER ATRÁS.
QUEM NASCEU DEPOIS DISSO, NUNCA VIU, NADA VIVEU SÓ OUVIU FALAR E TEVE CORRER AINDA MAIS ATRÁS, SALVO ALGUMAS EXCESSÕES

MAURO WERMELINGE POR MAURO WERMELINGER


Mauro Wermelinger

Mauro Wermelinger por ele mesmo:
Mauro tu vive de quê?
EU? de saudade, amor e paixão
...É? que coisa doida.
...É? eu gosto.
.........Sim...e o presente
EU? vou vivendo, correndo e tentando pegar o meu lugar no futuro.
LEGAL!!! estamos em 2010.
É? nem percebi, aliás não percebo há muito tempo.
Ora Wermelinger, esse tempo já era.
É? eu não acho.
Mauro Wermelinger tu és feliz?
EU? sim, claro tenho o meu passado que ainda me sustenta em todos os sentidos, Um amor que encontrei e meus amigos.
Mauro Wermelinger- tu meio doido não é?
Eu? imagina, sou sério cara, um homem muito sério, pode não parecer, fui até síndico de prédio, imagina.
Bom, isso é verdade, tu é assim, porém parece um cara legal.
Escuta só cara, sou o que sou, não sigo moda, tendências, nada.
Sigo a minha estrada que vai ter fim um dia.
Wermelinger!!! tu fica postando que nem um doido de vez em quando.
qual é o seu objetivo?
EU? nenhum.. escrevo, posto o que vivo e sinto.
E as pessoas?
Ora se gostam tudo bem, senão tudo bem também.

Wermelinger qual a sua filosofia de vida?
Hummm...gostei da pergunta, vamos lá, saca essa soma:
paz+amor+arte+espírito+natureza+fraternidade= vida plena universal.

Porra Wermelinger, isso é coisa de hippie.
Vamos terminar o assunto, ache o que quiser, sou feliz assim e tem gente que me ama e gosta do meu jeito.
OK!!! Wermelinger, vou sair.
OK!!! Eu também

LIS DE CARVALHO TÉCNICA PIANÍSTICA


Apesar das suas influências jazzísicas como Hancock, Corea, Jarret, Brad entre outros, Lis de Carvalho procura sempre sair do lugar comum na proposta de construções dos acordes e na linha da improvisação, evitando sempre empregar licks e escalas já tocadas em diversos discos de música instrumental Brasileira.
A mesma procura sempre não se repetir desse modo, buscando sempre a originalidade, sem sotaque e sem exageros de sua brasilidade, Caminho tortuoso de quem pesquisa e pensa na direção a ser tomada.
Um característica interessante é seu trabalho de mão esquerda com fluência total na mão direita.
Vale a pena ouvi-la.
Tem formação erudita, piano popular e piano jazz, além de tecladista. Empregou teclados Roland, Yamaha, Fender Rhodes entre outros.
É compositora, arranjadora e educadora musical.

LIS DE CARVALHO COM CELSO PIXINGA


Se encontram devidamente digitalizados os concertos realizados na Série Sesc Instrumental- TV SENAC.

Celso Pixinga Trio(Celso Pixinga, baixo- Lis de Carvalho, teclado, Giba Favery, bateria) com a participação de Léa Freire flauta em dó(2000)

Celso Pixinga Quarteto, que gerou o disco Ao vivo(com os mesmos músicos)

Digitalização: Mauro Brandão Wermelinger.

Maiores informações tel 2224 8962 9658 9147 DDD021-Rio de Janeiro.

LIS DE CARVALHO DISCOGRAFIA

Discografia Lis de Carvalho

- Mr. Funk - Celso Pixinga, 1990 (Composições, piano, teclados e arranjos)

-Nevoeiro- Faiska, 1990 (Piano e teclados)

- Rumo Norte-Tato Mafhuz, 1990, (Piano, teclados e arranjos. Prêmio Sharp revelação de música instrumental)

- Tom da Terra- Grupo vocal Tom da Terra, 1995 (Piano, teclados e arranjos. Prêmio APCA, melhor grupo vocal)

- Wake Up- Celso Pixinga, 1996 ( Piano, teclados)

- Ninhal- Léa Freire, 1996 (Piano e teclados)

- Quase Acústico- Celso Pixinga Trio, 2001, (Piano e composições)

- Brasil Branconegro- Grupo Tom da Terra, 2002 (Piano, teclados e arranjos. Indicação prêmio Tim,melhor grupo vocal)

- SESC Paulista ao vivo- Celso Pixinga, 2002, (Piano, teclados, composições e arranjos)

- MPBaby Bossa Nova- Série MCD, 2004, (Piano e arranjos)

- Hard Samba- Giba Favery, 2005,( Piano e teclados)

- S.O.S. Baixo- Celso Pixinga, 2005, (Piano, teclados e arranjos)

- Four- Celso Pixinga, 2009, (Piano e teclados)

DVDs

-Celso Pixinga ao vivo, 2006, (Piano, teclados e arranjos)

-SOS Baixo, 2007, (Piano,teclado, composições e arranjos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

LIS DE CARVALHO NO MY SPACE

Para quem quiser ouvir algumas de suas composições estão disponíveis os seguintes temas:

Sonata Brasileira
Invernal
Enigma
Prá Luiza.

AS FÓRMULAS DO ROCK


AS FÓRMULAS DO ROCK

Pesquisei e cheguei nessa conclusão:AS FÓRMULAS DO ROCK


GRITO+LAMENTO DO ESCRAVO NEGRO=BLUES
BLUES+INSTRUMENTOS= JAZZ
BLUES+PIANO= BOOGIE-WOOGIE
BLUES+GUITARRA ELÉTRICA= RHYTHM AND BLUES
ROCK+CAPACIDADE MÁXIMA DOS AMPLIFICADORES=HEAVY METAL
ROCK+MÚSICA ERUDITA+SINTETIZADORES= ROCK PROGRESSIVO
JAZZ+INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS= JAZZ FUSION
JAZZ+INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS+MÚSICA NEGRA= JAZZ-FUNK
MÚSICA NEGRA+NAIPE DE METAIS= SOUL
JAZZ+SINTETIZADORES+IMPROVISAÇÃO= JAZZ-ROCK PROGRESSIVO
ROCK+MÚSICA FOLCLÓRICA+GUITARRA ACÚSTICA= FOLK- ROCK
JAZZ+RAP= ACID JAZZ
ROCK+PROGRESSIVO+HEAVY METAL= PROG-METAL
ROCK+MELODIA+HEAVY METAL= METAL MELÓDICO


MAURO BRANDÃO WERMELINGER

OBS: tenho quase todos os textos prontos em meu computador.

DVD LIS DE CARVALHO


DVDHMP009
INTRODUÇÃO AO PIANO BASE - FORMAS DE ACOMPANHAMENTO - Lis de Carvalho

Lis de Carvalho

Este DVD propõe uma série de exercícios rítmicos e harmônicos inspirados em três composições: Invernal - Sonata Brasileira - Pra Luiza.
Este exercícios buscam o desenvolvimento do trabalho de apoio em formações instrumentais sem contrabaixo, além de considerações sobre aquecimento e postura. São dicas importantes para um criativo trabalho de aproveitamento dos recursos do piano piano acústico ou digital como instrumento de base.








SOBRE LIS DE CARVALHO 2


Além de uma excelente pianista e educadora, uma grande improvisadora. Seu dvd - Introdução ao piano base-formas de acompanhamento é uma verdadeira aula para iniciantes ou quem pretende seguir a carreira de pianista.
Em quase meia-hora, Lis explica de uma maneira simples e didática as formas de acompanhamento
juntamente com postura e exercícios para o bem-estar do músico.
Toca composições próprias como "Invernal" "Prá Luiza".
Além de uma grande entrevista conduzida pelo mestre do baixo elétrico e seu irmão de som Celso Pixinga, ela conta a sua trajetória musical com segurança de uma pianista que ainda tem muito a oferecer ao mercado da boa música instrumental brasileira.Um projeto muito interessante que deve ter continuidade.

EM RELAÇÃO A MULHER INSTRUMENTISTA

Hoje graças à Deus, estamos vendo mulheres em franca ascensão dentro da área da música instrumental.
Lá fora temos a pianista Hiromi Uehara que aos 31 anos tem arrebatado grandes concertos com grande energia e técnica. Uehara já fêz até um duo com o grande Armando Anthony Corea e comanda um super-trio com temas explosivos.
Além de termos a grande regente e líder de uma jazz orchestra Maria Schneider que recentemente esteve em São Paulo, através da EMESP-TOM JOBIM, liderando uma turma de grandes instrumentistas brasileiros: Vinícius Dorin, Victor Alcântara, Alberto Lucas, Eduardo Neves, Edu Ribeiro entre outros.
Os ensaios foram realizados na Tom Jobim e o concerto realizado no Teatro do Ibirapuera.
Schneider mostrou mais uma vez que veio para ficar nessa área de líder de uma jazz orchestra com arranjos primorosos e harmonia sofisticada.
No passado tivemos outra líder de big-band Toshiko Akioshi, Carla Bley.
Na guitarra Emily Remler(R.I.P) Carol Kaye no baixo e várias outras.
No Brasil temos a grande Harpista Cristina Braga que toca na orquestra sinfônica do Teatro Municipal e introduziu o instrumento no repertório popular.
Na bateria Lilian Carmona e Vera Figueiredo que dirigi o seu próprio Instituto de Bateria Vera Figueiredo e toca na banda ALTAS HORAS.
No piano tem se destacado por sua dedicação em formar grandes musicistas para as próximas gerações, Lis de Carvalho, além de tocar piano e teclado com diversos músicos e cantores da cena de São Paulo.



VIVA!!! A MULHER INSTRUMENTISTA.

domingo, 28 de novembro de 2010

MOVING LIGHT BAND


Biografia

Moving Light é um grupo paulista com repertório fundamentado na música pop dance misturada com funk e ritmos brasileiros. A banda grava o primeiro disco (“ I can feel ") dirigido também para o mercado internacional. Além de composições próprias, a Banda Moving Light gravou versões de músicas como “Escrúpulo” (Lenine), “Agora só falta você” (Rita Lee e Luiz Carlini), etc... e também músicas próprias como, “Sheer Freedom” ( Dadá Cyrino e Norba Zamboni), “It’s gonna be”( Rita Kfouri e Celso Pixinga) etc...
A Moving Light tem uma fértil musicalidade, uma identidade única determinada por cada um dos integrantes, com um repertório fantástico, dançante e de muito bom gosto.

Formação

Liderando na linha de frente, a Moving Light conta com as cantoras Rita Kfouri, Dadá Cyrino, Vera Veríssimo, Paulinho Campos(ponto forte da MLBand), sob a batuta nos arranjos, na direção musical, o renomado contrabaixista Celso Pixinga(baixo de 4, 6 e midi) em participação especial. Criador e líder da MLBAND.
Todas as vocalistas e vocalista tem vasta experiência com as mais variadas vertentes musicais.
Sustentando o alicerce da banda temos enriquecendo a harmonia, a extraodinária Lis de Carvalho - teclado; com o groove marcante dos metais, o incrívell Marcos Will - trompete, o tão presente de Douglas Felicio - trombone de vara; Wagner Barbosa - saxofone e a máquina de ritmo bateria Giba Favery, juntamente com a guitarra de Diney Bitencourt, no lugar de Mello Jr.

Em fase do seu primeiro disco sob supervisão de Celso Pixinga e Lis de Carvalho se prepara para o seu lançamento em todo o Brasil e no Mundo.

Estilo


A MLBand tem influências de grupos como Incognito, Kool And The Gang e Earth, Wind And Fire, Tower of Power , Chaka Khan, Stevie Wonder, The Average White Band, Funkadelic e Parliament, Count Basie. A banda desenvolve um soul abrasileirado, caminhando com segurança pelo funk com a musicalidade do jazz, sendo cultuada e ovacionada nas pistas de dança das grandes casas noturnas e festivais nacionais e internacionais. Com espaços para os seus músicos improvisarem, dando um colorido a mais no termo pop. 
Considero a MLBAND uma banda que ultrapassa os limites da chamada música pop. 
Talvez o termo mais apropriado seria uma banda calcada nos elementos da música mais acessível com arranjos e levadas bem trabalhadas. Com mérito para todos os músicos e vocalistas e a liderança do baixista Celso Pixinga, e segurando toda a parte harmônica, a super competente Lis de Carvalho, o dínamo da bateria Giba Favery. A MLBAND é sinônimo de música aparentemente comercial com grande apuro de técnica e sensibilidade. 
Um bálsamo no atual panorama dos grupo ditos "POP". 

Já realizaram dois concertos na grande São Paulo. 

GRUPO KALI NO YOU TUBE


O concerto realizado no Centro Cultural Vergueiro em 1988, já se encontra disponíveis os seguintes temas:
Composição Cais(Milton Nascimento) com arranjo de Lis de Carvalho.
Composição To Pat, da guitarrista do Kali, Renata Montanari.
Esse concerto tem a duração 1h:40 minutos e a digitalização foi através de uma fita vhs editada em sistema U-Matic.(digitalização Mauro Brandão Wermelinger)
A banda surpreende com composições e improvisos que soam atuais para os padrões vigentes. Um grupo arrojado até hoje para um mercado um tanto machista.
Kali, foi uma maneira de provar para o tão vicioso mercado da música instrumental brasileira dominada por sua maioria homens que o papel da mulher como instrumentista é tão importante quanto.
Todas em plena atividade musical em todas as esferas da cena musical paulista.

LIS DE CARVALHO, UMA MUSICISTA


Além de tudo que já publiquei sobre essa musicista, teve durante os anos 80 a participação do primeiro grupo instrumental feminino KALI.Cuidando básicamente dos arranjos executados pelo quarteto, além de tocar teclado no mesmo.
Teve recentemente o seu concerto devidamente digitalizado por mim, e as imagens já foram editadas e inseridas no site You Tube.
Agora todos tem acesso as imagens do concerto realizado nos anos 80, grande ápice da música instrumental brasileira.
Lis, desenvolve nesse vídeo, solos e arranjos primorosos, dividindo a sua competência com a guitarrista Renata Montanari, apoiada pelo baixo de Gê Cortes e na bateria Vera Figueiredo(ambas tocam na banda ALTA HORAS).
Atualmente elabora o seu primeiro disco solo totalmente autoral com os seguintes parceiros, amigos e grandes instrumentistas: Celso Pixinga no baixo, Giba Favery na bateria e seu sobrinho um ás da guitarra jazz Pedro Simão.

SOBRE LIS DE CARVALHO


Lis de Carvalho é uma das poucas mulheres pianistas, compositora, arranjadora e educadora da cena instrumental de sampa. Trabalha com o trio do grande baixista Celso Pixinga ao lado do estupendo baterista Giba Favery.
Atualmente além de sidewoman, é coordenadora da área de piano e acordeão da EMESP-TOM JOBIM, além de lecionar o curso de Harmonia e prática de conjunto e participar das bancas de avaliação ao lado de grande músicos da cena instrumental.
Gravou vários discos com Pixinga, dentre eles Wake Up e Quase acústico. Seu primeiro dvd-aula
INTRODUÇAO NO PIANO BASE-Formas de acompanhamento, explica de uma maneira bem didática o emprego de certas conduções rítmicas, além de técnica de relaxamento, postura e exercícios.
Lis de Carvalho, tem uma larga experiência na cena instrumental de São Paulo, além de formar músicos para o mercado de trabalho.
Tem ouvido apurado, técnica firme de mão esquerda e grande fluência na mão direita. Seus improvisos fogem ao padrões estéticos empregados ao lugar comum: escalas e licks tocados de repetidamente.
Suas influências vão desde Jarrett, Mehldau, Metheny, Hermeto, Gnatalli. Além da música erudita.
Atualmente totalmente entregue ao som da Maria Schneider Jazz Orchestra, revelando a sua veia de compositora e arranjadora.

LIS DE CARVALHO, UMA PIANISTA


Lis de Carvalho Pianista, arranjadora e compositora, iniciou seus estudos de piano aos 6 anos. Dos 9 aos 17 anos, estudou com Lina Pires de Campos. Fez recital na Pró Arte entre outras participações em concursos e audições de alunos da Escola Magda Tagliaferro. Mais tarde, iniciou seus estudos de Piano Jazz com Gogô, hoje professor da Unicamp; Teoria e solfejo com Cláudio Stephan; Composição com H. J. Koellroeuter; Harmonia, Arranjo e Orquestração com Cláudio Leal Ferreira; Programação de teclados e Síntese na Escola Síntesis (Conrado Silva, Jorge Poulsen e Lucas Shirahata) e Técnica Pianística com Maria José Carrasqueira. É bacharel em Piano Popular pela Faculdade Santa Marcelina, terminando seu TCC,“Radamés Gnatalli:A universalidade da música a serviço da Música Brasileira” e professora/coordenadora do curso de Piano Popular e Piano Complementar na ULM (Universidade Livre de Música). Em 2005 ,gravou o CD Bossa Nova da série MPBaby, recomendado por educadores para pais e filhos. Tocou com artistas como Paulo Moura, Raul de Souza, Lula Galvão, Edu Lobo e Orquestra Jazz Sinfônica, Quarteto em Cy, Vânia Bastos, Tetê Spindola, Eliete Negreiros, Zezé Mota, Paula Lima, Margareth Menezes, Walter Franco, Richtie, Cezar de Mercês e Sérgio Dias. Fez produção musical para o núcleo de teledramaturgia do SBT assim como para o mercado publicitário. Participou como pianista/tecladista e compositora do Grupo “Kali” e, como pianista e arranjadora, ao lado do Maestro Tasso Bangel, do Grupo “Tom da Terra”, cujo CD “Brasil Branco Negro” foi indicado ao Prêmio TIM como melhor grupo vocal de 2.003. Tem várias de suas composições gravadas nos seis CDs e dois DVDS com Celso Pixinga e participação em diversos CDs de música instrumental e vocal gravados ao lado de músicos como Sizão Machado, Maestro Gil Jardim, Carlos Bala, Pepe Cisneros, Bocato, Faíska, Polaco, Teco Cardoso, Vítor Alcântara, Silvinho Mazzuca e Giba Favery .

Agora em fase de preparação do seu primeiro disco solo.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

FILME QUASE FAMOSOS ALMOST FAMOUS


Esse filme conta minha saga, como pode um diretor escrever algo assim?
Porra, sou eu ao lado de Kate Hudson.
Iniciei a minha saga de escrever na mesma onda, viajando com bandas....
Miller, usa no filme um máquina de escrever Smith- Corona Galaxy DeLuxe.
Eu herdei do meu avô Trajano Brandão Couto, escritor e ensaísta uma Ollivetti Lettera 22.Nunca mais parei.Claro tive alguns hiatos, mas com o
advento da Internet, pirei, escrevo,escrevo,escrevo até cansar e dormir.
Trajano meu avô por parte mãe, era um entusiasta da escrita e uma fera na música clássica, Sempre morou em Curitiba, criava cães da raça AFGHAN HOUND e possuia 12 deles, tudo com pedigree e para ouvir música e escrever, construiu um paiol ao lado da casa, para se isolar.
Além de tudo funcionário padrão da Cia Vale do Rio Doce.

Eu digo: Preciso voltar para casa
Hudson: você já esta em casa.

LINDO!!!!!!MARAVILHOSO!!!!OBRIGADO GRILLO, PUTA PRESENTE.
Arrasou essa noite, Grillo amigo de sampa.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

CAUSOS 7

CAUSO:

Joni Mitchell:Toco com os músicos de jazz, porque eles sabem me socorrer quando preciso.

CAUSOS 7

Estou pior do que Forrest Gump. Risos.

CAUSOS 6

Vou narrar um causo:

Miles estava indo para um concerto de Carro:

Miles: Motorista, pare!!!, vou comprar um jornal
...Miles: Condutor, por favor, pare de novo, vou comprar cigarros
Condutor: Miles!!! vamos nos atrasar para o show.
Miles: Impossível, eu sou o show.
Claro
eu não sou como Miles, apenas me expresso e bem pela palavra, é só
isso, escrevendo, escrevendo, escrevendo, sem parar, até cansar e dormir

CAUSOS 5

Outro causo:
Durante o seu período no Weather Report, Jaco estava limpo, doido naturalmente, mas sem drogas e álcool.
Saca como ele entrou para o Weather Report.

Pastorius; adentra o camarim do grupo e se reporta ao Josef Zawinull
.........Que onda!!!, vou escrever:

Pastorius: oi Zawinull!!!! sou John Francis Anthony Pastorius III, sou o maior baixista do mundo e quero entrar para a sua banda, deu-lhe um cartão com nome e telefone e uma demo-tape.
Zawinull: ei cara!!! caia fora, ok, não precisamos, o baixista na época era Alphonso Johnson, uma fera.
Zawinull,chega em casa e escuta a demo-tape e diz: não é que esse safado toca bem mesmo, e ligou em seguida para o Jaco.
O resto todos sabem.

CAUSOS 4

Outro causo:
Durante o Havana Jam 1979 com o TRIO OF DOOM, ele foi praticamente montado em cima da hora com:
McLaughlin-guitarra
Tony Williams-Bateria
Jaco Pastorius no baixo.
...Gerou agora um cd completo com o concerto que durou 39'
Nunca mais tocaram juntos, até hoje ninguém sabe a causa diss

CAUSOS 3

Outro causo;

Pastorius no auge da sua doença
maníaco-depressivo juntamente com drogas e álcool, invadiu o concerto do
Santana, ligou o baixo e mandou ver, tutuututututtnmttntnttuutnt.

CAUSOS 2

Outro causo;
Quando Coltrane se libertou do cavalo branco, a maltida e nefasta heróina que
tanto sucumbiu grandes músicos e passou para o soprano na sua busca
espiritual deu a seguinte entrevista:
Entrevistador: Coltrane? o que pretende ser com esse seu novo som
...Coltrane: eu???, quero ser DEUS
Ponto final.

CAUSOS

CAUSOS

Publiquei muita coisa entre o segundo semestre de 2009, até o presente momento. Esse mais um.

orkut,
Facebook, My Space, Fórum, comunidades, blog entre outros, nunca paro,
todo dia sai um(quase) se fico triste sai, se fico alegre também, nada
...impede essa máquina chamada Mauro Brandão Wermelinger, fico feliz por
isso, é a melhor terapia para curar o que tive e tenho certeza que não
vai voltar.

BILL BRUFORD


WILLIAM "BILL BRUFORD.

Bill Bruford (n. 17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes, King Crimson e Genesis, entre outros grupos de rock progressivo. Bill Bruford inseriu para o rock novos rudimentos, técnicas sinfônicas e orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos pioneiros do rock progressivo inglês.

Passou por diversos grupos:
Pavlov's Dog.
Gong.

EARTHWORKS, seu grupo de jazz com formação de baixo-acústico, piano e sax.
Fugiu totalmente da linha progressiva, buscando novos caminhos para a sua sonoridade, sem esquecer o uso da caixa, sua marca registrada.
Nos anos 70, após a sua saída de diversos grupos formou também a BRUFORD BAND
que contava com Allan Holdsworth(guitarra) Jeff Berlin(baixo) e Dave Stewart(teclados)
Lançou quatro discos solos com essa formação e um dvd intitulado BRUFORD GOES TO COLLEGE DE 1979.
Com uma técnica apurada deu um colorido a mais nesses grupos e infinitamente foi o
melhor batera nos grupos YES E KING CRIMSON.
Bruford veio ao Brasil recentemente(claro tocando só em SP) com o seu grupo de jazz.
Lançou vários métodos de baterias, dando um destaque a mais ao emprego da caixa seu ponto principal.
Se destacou mais no KING CRIMSON ao usar a bateria eletrônica Simmons. Bruford foi
o pioneiro no uso desse instrumento totalmente midiada(sistema MIDI)Musical Instrument Digital Interface. Fripp deu a tão esperada liberdade para Bruford no seu grupo.
É isso aí comuna, contribuam para o brilhantismo dessa Comunidade que extrapolou o som carioca dos anos 70 que foi sem dúvida um movimento brilhante.
Mas, dando margem para outros assuntos, sem censura ou críticas, muito pelo contrário.
Aqui se encontra uma total liberdade para escrever sobre música de qualidade.
E graças a DEUS, eu sempre tenho o que postar aqui.
mauro brandão wermelinger.

Extraído dessa comunidade no Orkut.

NOVO CD DO SOFT MACHINE


Acabo de receber mais um cd do Soft, com a formação clássica; Wyatt. Ratledge, Hopper e Dean.
Trata-se do cd duplo LIVE AT HENIE ONSTAD ART CENTRE 1971.
Acho ao meu ver, o mais radical dessa formação. Pois só tem um tema em cada cd.
As composições são interligadas numa profusão de improvisações entre os membros da banda
Qualidade de áudio excelente e ainda vem um cd-rom contando toda a parte eletroacústica da banda como o emprego do gravador de rolo STUDER e uma resenha dos grandes compositores de vanguarda.
Bom, é isso.

Meu amigo Júlio Barbosa o baixou para mim, um grande professor e perito em informática.

SOFT MACHINE NOVIDADES 3

Em relação ao Percy Jones, tenho a impressão que ele foi tapar o buraco com a saída de Roy Babbington.
Agora como ele foi para na banda, ainda é um mistério para mim.
Logo ele integraria a banda fusion de Phill Collins(trabalho paralelo ao Gênesis) BRAND-X

SOFT MACHINE NOVIDADES 2

Jack Bruce, também tocou no grupo no álbum LAND OF COCKAINE, com a participação de Allan Holdsworth na guitarra.
Esse álbum é estranho em relação a linha adotada pelo Soft, nesse trabalho temos um SOFT MACHINE diferente mais comercial.

SOFT MACHINE NOVIDADES 1

Não se sabe como Percy Jones foi parar na banda, pois em todas as pesquisas feita por mim seu nome sequer é citado.
Só descobrir quando assisti o vídeo intitulado SOFT MACHINE NEW CASTLE 1973.
Com a seguinte formação:
John Etheridge(guitarra)
Ric Sanders(violino elétrico)
John Marshall(bateria)
Percy Jones(baixo)
Karl Jenkins(oboé, sax soprano, barítono e teclados)
Percy Jones fêz carreira em outro grupo fusion o BRAND-X

SOFT MACHINE NOTÍCIA EM PRIMEIRA MÃO

SOFT MACHINE NOTÍCIA EM PRIMEIRA MÃO

Em primeira mão vai sair um cd e dvd, intitulado SOFT MACHINE NDR JAZZ WORKSHOP
Hamburg, Germany 17 de maio de 1973.
Com a formação composta por Karl Jenkins(sax e teclado) Roy Babbington(baixo de seis cordas) John Marshall(bateria) e Mike Ratledge(teclados)
Consiste de um concerto com alunos, duração de 70 minutos, com som e imagem de qualidade.
Para a título de informação a NDR é uma rádio estatal alemã, que grava em vídeo e áudio seus concertos e que tem lançado muito coisa dessa época de diversos outros grupos.
O meu amigo Jovino Santos Neto que tocou por 16 anos no Grupo do Hermeto Pascoal
fêz um trabalho ainda inédito com a NDR BIG-BAND que contou com o baterista brasileiro
Márcio Villa Bahia.
Bahia, voltou para uma nova gravação com a NDR BIG-BAND com Joyce e Gilson Peranzzetta.
O vídeo e o cd gravado pela NDR, juntamente com a distribuidora CUNEIFORM RECORDS
autorizaram a divulgação de um trailer que já está disponível no youtube e que também se encontrar no meu Orkut e FaceBook.
Vou ficar atento para mais notícias sobre o Soft Machine.

SOFT MACHINE PARTE 9

SOFT MACHINE

A principal distribuidora dos cds do SOFT, chama-se CUNEIFORM RECORDS.
www.cuneiformrecords.com
Aqui no RJ pode ser encomendada nessas lojas especializadas em cd.

LOJA SCHEHERAZADE NA TIJUCA COM O MEU AMIGO RENATO CRUZ.

SOFT MACHINE PARTE 9

SOFT MACHINE

A minha admiração por esse grupo vem de longa data, o emprêgo do Fender Rhodes e teclados e a levada, me fêz ser um apaixonado pelo som desse banda.
A forma como desenvolviam as improvisações são até hoje super-ultra-modernas.
o set de bateria de Wyatt era mínimo e ele fazia o máximo, preenchendo todos os espaços deixado pela melodia.
Hugh Hopper, foi o pioneiro no uso da distorção no baixo que era um FENDER JAZZ BASS
Em relação aos sopros, ele teciam as principais melodias que eram acompanhadas de
grande improvisações.
Gosto de todas as formações, inclusive a fase em que contava com John Marshal um baterista experiente em se tratando de música de vanguarda e Karl Jenkins que introduziu um instrumento sinfônico que é o Oboé.
Jenkis também fêz uso do sax-barítono(mais grave) até então, o Soft ainda não tinha experimentado tal instrumento.
Houve também uma formação belíssima com dois sopros: Elton Dean e Lyn Dobson que faziam contrapontos em relação a dupla de sopros.
O grupo também lançou mão de naipe de metais, dando uma concepção de big-band
mais com ênfase a improvisação.
A grande maioria dos cds do SOFT, são ao vivo e consta básicamente de improvisações sobre os temas conhecidos.
Mas, mesmo com composições iguais em todos os discos, nem um soava igual ao outro.
Essa era a química do SOFT MACHINE, um grupo que priorizava a improvisação coletiva.
Wyatt hoje se encontra numa cadeira de rodas, ele participou do último DVD de David Gilmour e executou um lindo solo de trumpete.
O resto da turma, nunca li mais nada a respeito, sinceramente nem sei se estão vivos.
Só anunciaram o falecimento de Elton Dean e Hugh Hopper recentemente.
Espero que a comuna curta todas essas informaçôes desse grupo.
O MÁQUINA SUAVE-SOFT MACHINE.

SOFT MACHINE PARTE 8

SOFT MACHINE

Em setembro de 2005 foi lançada a biografia do Soft Machine sob o título de Out-Bloody-Rageous, por Graham Bennett.
Esse título também é nome de uma música do SOFT MACHINE.

SOFT MACHINE PARTE 8

SOFT MACHINE

O álbum no qual Jenkins tocou pela primeira vez no Soft Machine, Six, ganhou a premiação de melhor álbum britânico de jazz no Melody Maker em 1973.
O Soft Machine foi escolhido como a melhor banda pequena de jazz no Melody Maker em 1974.
O nome do saxofonista Elton Dean Inspirou Reginald Kenneth Dwight no nome artistico junto com Long John Baldry do Bluesology, Elton John.
Acho que por enquanto, é só, vou continuar pesquisando sobre o Soft Machine, para
ver se acho alguma coisa inédita

SOFT MACHINE PARTE 7

SOFT MACHINE SOFT WARE

Uma nova reunião do SOFT MACHINE se deu há pouco tempo com um novo nome para a banda SOFT WARE que contava com Allan Holdsworth, Hugh Hopper, Elton Dean e John Marshal.
Eles gravaram um cd com essa banda que logo depois foi rebatizada para SOFT WORKS que culminou em grandes concertos e mais um cd. Pelo que já ouvi e li a respeito dessa nova encarnação do SOFT MACHINE é uma música de alto nível técnico.
Sendo que mais tarde esse projeto foi abortado, voltando a usar o nome SOFT MACHINE com John Etheridge na guitarra, Hooper no baixo, Elton Dean sax e John Marshal na bateria.
Com o falecimento primeiramente de Elton Dean, Theo Travis foi convidado a assumir o posto deixado por Dean.
Com essa nova tragédia na trajetória do SOFT com o falecimento recentemente do baixista Hugh Hopper, acho que termina o legado SOFT MACHINE.
Sinceramente não sei por onde anda os músicos das formações anteriores sei que Wyatt está vivo em cadeiras de roda, tocando trumpete, ele participou recentemente do dvd do David Gilmour e executou um solo brilhante.
Por onde anda Mike Ratledge, Karl Jenkis, Roy Babbington entre outros, realmente não sei dos paradeiros dos mesmos.
Quem souber, por favor escreva nesse blog.

SOBRE O AMOR

SOBRE O AMOR

Bom, o amor nunca é perfeito, mas tem uma fórmula:
O grande lance é ficar ligado, e nunca, mas nunca entrar no piloto automático, e nem de standy-by.
Tocar sempre de ouvido.

LUCAS VIEIRA,, 16 ANOS ESCRITOR PRECOCE

Meu amigo lucas de 16 anos, completou no orkut, foi publicado lá
Lucas
Um outro lugar em que vejo indiretamente a relação da música com a violência é na grande obra cinematográfica de Stanley Kubrick Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971...) que é baseada em um livro homônimo de Anthony Burgess, onde o protagonista Alex é um jovem vândalo, adepto da Ultraviolência e fascinado por Beethoven. Em determinado momento do filme, ele sofre um tratamento e como consequência não consegue mais pensar em sexo, violência ou então ouvir as obras de Beethoven, em especial a 9ª Sinfonia, que era a sua favorita. É apenas a minha opinião, não digo que Alex praticava seus atos violentos por causa da música, mas creio que esta o influenciava.

MÚSICA COMO INSPIRAÇÃO PARA O MAL, O CAOS E A TORTURA.

MÚSICA COMO INSPIRAÇÃO PARA O MAL, O CAOS E A TORTURA.

A música é uma das coisas mais maravilhosas que existe na natureza, ela une as pessoas, conforta, diverte, ensina, educa e harmoniza as nossas vidas. Mas existe um outro lado. Ela, também.Pode servir para inspirar os humanos a fazerem as mais inacreditáveis atrocidades.

Existem coisas na vida que nós não podemos evitar.
Música é uma delas, ela eleva o espírito muito acima das tensões de cada dia.
Com música se vive muito mais e melhor, música faz parte da vida não tente viver sem ela.(mauro brandão Wermelinger, 1973)

Berlin, capital da Alemanha, que tem uma história espetacular, principalmente durante a Segunda Guerra Mundial. Por todos os lados, se vê uma menção à guerra e suas consequências, monumentos, homenagens, o que restou da estrutura do muro e muitos museus. A cidade foi destruída pela guerra insana que Adolf Hitler começou a arquitetar desde muito cedo na sua vida. E pensar que a principal inspiração para Hitler criar a sua ideologia nazista foi a música!

Meu avô Gripp Wermelinger, sobreviveu ao Holocausto de Hitler.
Durante o banho de ácido sulfúrico ele não foi escolhido, pois era tudo à revelia, no dia seguinte ele e uma turma fugiram e chegaram a Friburgo RJ.
Os Spinnellis
Os Moneratts
Os Hugenins
Os Wermelingers
Entre outras famílias, durante a sua fuga, ele se feriu no arame farpado, teve gangrena e perdeu a perna, partiu como a numeração marcada à ferros no braço, perdeu o seu nome, ganhou um número(agora esqueci).
Como todos das famílias supracitadas ajudaram a fundar Nova Friburgo que tem como sede Freiburg na Suiça.
Também expresso a minha pena pelos soldados de Hitler, claro alguns gostavam, outros não, estavam seguindo ordens do Louco e Sociopata
Adolph Hitler, juntamente com a megera Eva Braun, que Deus os tenha.

Um historiador de Nova Friburgo escreveu um livro sobre o clâ Wermelinger, lá se encontra toda a árvore genealógica dos Wermelingers, meu nome está lá Mauro Brandão Wermelinger.

As óperas de Richard Wagner foram essenciais para a formação dos conceitos racistas na mente de Adolf Hitler. A visão de uma batalha épica e heróica, na construção de uma Alemanha grandiosa, que seria superior às outras nações e ele se vendo como um messias, o salvador, vieram das experiências vividas por ele nos grandes teatros de Viena e Linz, na Áustria. Ele assistiu esses espetáculos por mais de cem vezes, sabia de todos os detalhes, desde a montagem até a execução das obras de seu grande ídolo.

Wagner era muito nacionalista, se considerava o mais alemão dos alemães, usava em seus libretos somente histórias de um passado glorioso alemão, de mitos e semideuses, cheio de batalhas, sacrifícios e dor. Tudo isso ajudou a moldar a cabeça de Hitler, que desde cedo, aos 16 anos, quando viu sua primeira ópera de Wagner em Viena, buscou inspiração para seus planos de conquista mundial. O antissemistismo também se moldou com a influência de Wagner, que escreveu um ensaio sobre a influência dos judeus na música, atacando mais precisamente o compositor Maybeer, apesar de o próprio Wagner ter tido muitos amigos judeus.

Sem Richard Wagner seria Hitler possível como foi?

Hoje, dia 6 de agosto, são lembrados os 65 anos da bomba atômica de Hiroshima, triste e lametável consequência de uma Guerra que começou na cabeça de um jovem medíocre, que não tinha amigos, mas tinha esta paixão pela música.

Uma bomba estúpida, numa guerra idem, quando o bombardeio B-52 lançou a Fat Boy o mundo nunca mais o mesmo. Tenho pena dos pilotos, estavam cumprindo ordens, eles não tem culpa, e sim o governo americano.
Alguns ficaram loucos com tamanha atrocidade feita pelo homem, outros se mataram e alguns sobreviveram.

Outro fato histórico e que teve consequências absurdas, foi o conjunto de assassinatos cometidos pela “família” de Charles Manson, inspiradas pelo álbum branco dos Beatles, mais precisamente pela música Helter Skelter. Manson era filho de mãe prostituta e de pai alcoólotra e claro foi um jovem muito problemático e violento. No final dos anos sessenta, ele se instalou na Califórnia, num antigo cenário para filmes de bang-bang e lá ele criou a sua gang, carinhosamente chamada de “família”. Eram jovens perdidos, abusando das drogas, especialmente o LSD, em meio a orgias e conceitos alucinógenos do fim do mundo.
Manson tinha um apetite sexual voraz, transava todos dias com várias mulheres ao mesmo tempo e ainda de madrugada, era completamente louco.Está preso ainda, cumpre prisão perpétua.Tenho infelizmente um documentário sobre essa mancha no verdadeiro movimento contracultural
No final dos anos 60, deixando uma marca profunda na essência do movimento da alternativo de paz e amor.
Manson era louco e tirava onda de hippie, metido a cantor-folk, na verdade isso foi uma grande fachada para os seus planos diabólicos.
Um grande serial-killer e psicopata, um ser asqueroso e ligado ao mal.

Segundo Manson, os Beatles eram os quatros cavaleiros do apocalipse e através de suas músicas estavam anunciando o fim dos tempos, a destruição do mundo pelos negros. Black Bird seria sobre a ascenção dos Panteras Negras, Piggies sobre os porcos brancos e a que mais influenciou Manson, Helter Skelter. A música, segundo Paul
McCartney, era uma resposta a uma música do The Who que Pete Townshend considerava a mais suja, barulhenta e agressiva que já tinham feito. Paul não deixou por menos e escreveu a Helter Skelter, que ele mesmo considerava uma música despretensiosa. Não para Charles Manson, que de certa forma, se apoderou dela e através de sua letra e atitude agressiva, moldou a sua maneira de ver o mundo e de “resolver” os seus problemas.

Por causa de uma negativa de uma gravadora, que não aceitou uma demo tape de Manson, onde tinham algumas de suas músicas e alguns plágios do Beatles, é claro, ele se revoltou e começou a sua revolução. Invadiu uma mansão, pensando ser a do dono da gravadora para assassiná-lo mas, ele já não morava mais lá. Quem estava morando nesta mansão era a família do diretor de cinema Roman Polanski. A sua mulher, Sharon Tate, que estava grávida, foi brutalmente assassinada junto com amigos, a facadas. O sangue das vítimas foi usado como tinta para as frases que foram pichadas nas paredes, entre elas, Helter Skelter e Arise (da música Black Bird). Mais assassinatos ocorreram nas semanas seguintes, na mesma região rica de Los Angeles até que a “família” foi presa em seu rancho e condenada à prisão perpétua. Charles tinha um suástica tatuada em sua testa, símbolo principal dos nazistas, mostrando o seu posicionamento racista. Os Beatles, que sempre cantaram o amor melhor do que ninguém inspirando assassinatos? Como? Sem o álbum branco dos Beatles seria Charles Manson possível como foi?

Outros casos que ligam a música a atos de violência são os das bandas Judas Priest e Ozzy Osbourne, que foram acusados de incitar o suicídio através de suas músicas e mais recentemente o caso do exército americano usar o heavy metal como instrumento de tortura contra os iraquianos, tocando bandas como Metallica nos alto-falantes colocados nos tanques, no mais alto volume pra toda a cidade escutar. A música como arma? Absurdo!
Isso foi um verdadeiro estapafúrdio, o vocalista Rob Hallford conta a sua verdadeira versão no documentário da série classic albums.Hallford narra tudo sobre disco BRITISH STELL.
Queriam era dinheiro em cima da banda, se deram mal.

A música não pode ser a culpada destes atos inacreditáveis de que o ser humano é capaz. Hitler não acaba com a beleza e maestria da música de Wagner, assim como Charles Manson não acaba com o inocente desejo de Paul McCartney de fazer barulho. Culpar a música é querer tapar o sol com a peneira.

Música é paz,amor,arte,espírito,natureza e fraternidade.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

DEUS, O REVOLUCIONÁRIO


Amigos do facebook completaram
Um amigo de sampa, grande baixista, outra amiga do rio de janeiro.
DEUS, O REVOLUCIONÁRIO
No sétimo dia, Deus tocou um blues.No sexto, um jazz.No quinto, um progressivo.No quarto, um fusionNo terceiro, um Hard-RockNo segundo, um acid-rockNo primeiro, Música Livre Instrumental Universal Brasileira.Deus, criou o som, é isso.Deus, criou tudo, Aleluia!!!E ainda deu tempo de descansarJesus.Cristo, forasteiro revolucionário, que com as suas idéias, não foi compreendido nem pela sua nação judaíca e nem pelos Romanos, padeceu por nós.O maior revolucionário do mundo.Tenho Dito.Mauro Brandão Wermelinger06/08/2010
Arismar completou saca só:
Arismar Do Espirito Santo aeh !!! e eu acho que Deus...é baixista !!!
Arismar Do Espirito Santo e o solo dele... escreve certo por linhas tortas...
o cara é out side !!!
Tem mais.
*
Renata Regadas e durante todos esses dias ele dançou.
·
*
Mauro Wermelinger obâ!!! está aumentando, vou editar.
*
Mauro Wermelinger Arismar Do Espirito Santo aeh !!! e eu acho que Deus...é baixista !!
*
Mauro Wermelinger Arismar Do Espirito Santo e o solo dele escreve certo por linhas tortas...
o cara é out side !!!

DEUS, O REVOLUCIONÁRIO

No sétimo dia, Deus tocou um blues.
No sexto, um jazz.
No quinto, um progressivo.
No quarto, um fusion
No terceiro, um Hard-Rock
No segundo, um acid-rock
No primeiro, Música Livre Instrumental Universal Brasileira.

Deus, criou o som, é isso.
Deus, criou tudo, Aleluia!!!
E ainda deu tempo de descansar

Jesus Cristo, forasteiro revolucionário, que com as sua idéias, não foi compreendido nem
pela sua nação judaíca e nem pelos Romanos, padeceu por nós.

O maior revolucionário do mundo.

Tenho Dito.
Mauro Brandão Wermelinger
06/08/2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

DISCOGRAFIA DO SOFT MACHINE

SOFT MACHINE DISCOGRAFIA

* The Soft Machine (ABC/Probe, 1968)
* Volume Two (ABC/Probe, 1969)
* Third (Columbia, 1970) @
* Fourth (Columbia, 1971)@
* Five (Columbia, 1972)@
* Six (Columbia, 1973)@
* Seven (Columbia, 1973)@
* Bundles (Harvest, 1975)@
* Softs (Harvest, 1976)@
* Land of Cockayne (EMI, 1981)
* The Peel Sessions (gravado em 1969-1971) (Strange Fruit, 1991)
* Spaced (gravado em 1969) (Cuneiform, 1996)@
* Virtually (gravado em 1971) (Cuneiform, 1998)@
* Noisette (gravado em 1970) (Cuneiform, 2000)@
* Backwards (gravado em 1968-1970) (Cuneiform, 2002)@
* Facelift (gravado em 1970) (Voiceprint, 2002)@
* Somewhere In Soho (gravado em 1970) (Voiceprint, 2004)@ DUPLO
* Breda Reactor (gravado em 1970) (Voiceprint, 2005)
* Grides (gravado em 1970) (Cuneiform Records, 2006)@

Compilações

* Rock Generation Vol. 7 (gravações demo de 1967) (BYG, 1972)
* Rock Generation Vol. 8 (gravações demo de 1967) (BYG, 1972)
* At the Beginning (gravações demo de 1967 previamente em Rock Generation; também chamado Jet-Propelled Photographs) (Charly, 1976)
* Triple Echo (compilação de três canções, 1967-1976) (Harvest, 1977)
* BBC Radio 1967-1971 (Hux, 2003)@
* BBC Radio 1971-1974 (Hux, 2003)@
* Out-Bloody-Rageous (canções de 1967-1973) (Sony, 2005)
Ao vivo

* Alive & Well: Recorded in Paris (Harvest, 1978)@
* Live at the Proms 1970 (Reckless, 1988)
* BBC Radio 1 Live in Concert 1971 (Windsong, 1993) DUPLO@
* BBC Radio 1 Live In Concert 1972 (Windsong, 1994) DUPLO@
* Live at the Paradiso 1969 (Voiceprint, 1995)
* Live In France (recorded 1972; also issued as Live in Paris) (One Way, 1995) DUPLO @
* Floating World Live (gravado em 1975) (MoonJune Records, 2006) com ALLAN HOLDSWORTH NA GUITARRA @

COM @ OS QUE EU TENHO ORIGINAIS.

SOFT MACHINE PARTE 6

Após discussões sobre a direção musical da banda, Wyatt deixou o grupo em 1971 e formou o Matching Mole (em inglês um trocadilho para machine molle, a tradução francesa para soft machine). Ele foi temporariamente substituído pelo baterista australiano Phil Howard, mas desavenças musicais o fizeram ser retirado da banda. Poucos meses depois Dean também deixou o Soft Machine. Eles foram substituídos respectivamente por John Marshall (bateria) e Karl Jenkins (teclado), ambos ex-membros de Nucleus, banda de Ian Carr. Em 1973 Hopper deixou a banda, seguido de Ratledge em 1976. Ratledge era o último membro da formação original. Outros músicos da banda durante períodos posteriores foram os baixistas Roy Babbington e Steve Cook, os guitarristas Allan Holdsworth e John Etheridge, o saxofonista Alan Wakeman e o violinista Ric Sanders. As gravações e apresentações de 1978 foram as últimas da banda. O nome Soft Machine foi utilizado na gravação de 1981 Land of Cockayne, e por algumas apresentações em 1984 de uma banda que incluia Jenkins e Marshall.
Continuação da História do SOFT MACHINE

sexta-feira, 28 de maio de 2010

SOFT MACHINE PARTE 5

Após o período ímpar do rock psicodélico, com Ayers e Wyatt cantando na maioria das canções, Volume Two lançou uma transição da banda para um som mais instrumental, o que hoje é considerado como fusion jazz. A banda passou a ter sete integrantes em 1969, com a adição de quatro instrumentistas de sopro. Mas após alguns meses somente o saxofonista Elton Dean permaneceu na banda. O resultado foi a formação clássica do Soft Machine, composta por Wyatt, Hopper, Ratledge e Dean. Gravaram Third em 1970 e Fourth em 1971, com a presença de vários convidados, a maioria músicos de jazz, como Lyn Dobson, Nick Evans, Marc Charig, Jimmy Hastings, Rab Spall e Roy Babbington. Todos os membros da formação clássica possuiam grande experiência em estilos musicais. A tendência da banda em contruir suítes extensas de composições regulares atingiu seu ápice com o álbum Third.

Agora é que vem a fase jazz-rock-progressivo com as participações dos seguintes
músicos: Allan Holdsworth(guitarra) Karl Jenkis(sax soprano, barítono, oboé e teclados)
John Marshall(bateria) que substituiu Wyatt, que também teve a participação do baixista do BRAND-X Percy Jones e Roy Babbington também no baixo.E os músicos supracitados acima.
Por hoje é só pessoal, essa história vão ter mais capítulos.
Quem quiser colaborar fique à vontade.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

VIDEOGRAFIA SOFT MACHINE

SOFT MACHINE VIDEOGRAFIA

Segue abaixo a videografia conseguida através da internet e outros meios.

1- SOFT MACHINE LIVE IN PARIS 1970, com Hugh Hopper, Elton Dean, Lyn Dobson
Robert Wyatt e Mike Ratledge

2- SOFT MACHINE, LIVE IN MONTREUX 1974, com Allan Holdsworth na guitarra.

3- SOFT MACHINE,NEW CASTLE 1976, com John Etheridge na guitarra.

4- SOFT MACHINE, NDR JAZZ WORKSHOP 1973, com audio-bônus com três faixas.


OBS: tenho todos esses dvds.

AGRADECIMENTOS.

Tenho que expressar os meus agradecimentos ao Lucas Vieira pela força que tem me dado.
Essa minha trajetória, começou em 1970, juntando recortes de música e durante os anos 70 e 80, publiquei em vários jornais sobre o assunto: JORNAL DO ROCK ,REVISTA ROLL e a extinta SOMTRÊS como colaborador.
Graças ao advento da internet com a criação de comunidades, blogs, etc..., a minha veia de escrever sobre música veio à tona.
Não posso deixar de agradecer as comunidades: O SOM CARIOCA DOS ANOS 70 E JOEL MACEDO, por me darem os primeiros espaços para publicar os meus textos.
Também não posso deixar passar em branco a força de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

SOFT MACHINE PARTE 4

O Soft Machine foi formado em 1966 por Robert Wyatt na bateria e vocal, Kevin Ayers no baixo e vocal, Daevid Allen na guitarra e Mike Ratledge no teclado. Gravaram o primeiro e único single da banda e outras gravações demo que foram lançadas vários anos depois. Em 1967, após retorno de uma apresentação na França, Allen, que era australiano, foi proibido de reentrar na Inglaterra, então o grupo continuou como um trio. Em 1968 eles realizaram turnê pelos Estados Unidos, abrindo para a Jimi Hendrix Experience. Durante essa turnê ele gravaram seu primeiro álbum, em Nova Iorque. Após a saída de Ayer, no final da mesma turnê, o Soft Machine refez a formação com a inclusão de Hugh Hopper no baixo. Gravaram o segundo álbum em 1969.

SOFT MACHINE PARTE 3

O Soft Machine surgiu de uma banda anterior chamada Wilde Flowers, que já havia incluido em diversos momentos Brian Hopper (guitarra, saxofone e flauta), Hugh Hopper (baixo), Robert Wyatt (bateria e vocal), Kevin Ayers (vocal), Richard Sinclair (guitarra e vocal), Pye Hastings (guitarra e vocal), David Sinclair (teclado) e Richard Coughlan (bateria). Os quatro últimos formaram o Caravan, outra banda famosa do movimento Canterbury.

sábado, 22 de maio de 2010

SOFT MACHINE PARTE DOIS

O Soft Machine foi uma banda do Reino Unido pioneira de rock psicodélico e jazz de Canterbury, Inglaterra. O nome foi originado do livro de mesmo nome de William S. Burroughs. Foi uma das principais banda do movimento musical Canterbury.

SOFT MACHINE


Vou relatar as aventuras de Robert Wyatt, Mike Ratledge, Hugh Hopper e Elton Dean.
A partir do cd THIRD a fase jazz-rock progressiva.
Aguardem e lerão.

ABERTURA

Esse blog tem o intuito de fazer um panorama da música instrumental universal:
Abrangendo todas as vertentes musicais, sempre é claro abrindo espaço para outros sons e novas cores sonoras.
Ele vai ser escrito por um pesquisador que começou na década de 70.
Vamos fazer uma viagem sonora por toda a música, principalmente a corrente instrumental, inclusive o movimento instrumental brasileiro.
Espero que gostem.
Mauro Brandão Wermelinger 22/05/2010