terça-feira, 14 de março de 2017

A ECM PARTE 1

Quando a ECM começou o seu aporte por aqui pensei: O que está acontecendo com o som? cadê a métrica? a pulsação, o tempo 1...o beat do jazz americano, o walking bass...Eles num passe de mágica sonora desapareceram...O som passou a ser concebido de uma maneira flutuante dentro do estúdio do alemão Manfred Eicher que simplesmente deixou rolar a gravação do seu cast.
A ECM simplesmente decidiu fazer 'o melhor som depois do silêncio"
Aboliram também a foto do artista na capa principal substituindo por paisagem abstrata...
Até Jaco gravou na ECM, John Mclaughlin participou mais tarde no disco "Making Music" do tablista Zakir Hussain...

segunda-feira, 13 de março de 2017

WERMELINGER CLOUD

https://www.facebook.com/notes/mauro-wermelinger/wermelinger-cloud/1425609604155777

terça-feira, 7 de março de 2017

WEBER, EBERHARD

A história desse disco, foi o primeiro que comprei quando a Polygram dentro da série Classics que lançou uma leva bacana dos discos da ECM nacional (bem mais em conta)entre 79/80.

Já conhecia o alemão IBIHARD WIBAR(pronúncia alemã) e pirei com esse solo...

Ouvi tanto que decorei as passagens mentalmente...
Olha é um assunto profundamente sério esse tema.



O alemão Weber, Eberhard deu uma linguagem única ao contrabaixo eletroacústico com a equivalência ao feito por Jaco Pastorius no baixo elétrico.

Músico vanguardista do renomado selo do visionário e ex-contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Oslo, Manfred Eicher,

Que também teve a sacada de não estampar a face dos músicos na capa.
Dando ênfase na capa carregada de arte.
Fora a qualidade de captação de gravação e do som praticamente criado na hora dentro do estúdio.
Um belo dia ele disse: A ECM é "o melhor som depois do silêncio"
Ele tem razão até hoje. Som para poucos e uma audição ampla, geral e irrestrita completamente desprovida do estado comparativo.
ECM -Edição de música contemporânea.
ECM- Estado Concentrado de Música.




sábado, 4 de março de 2017

ZAPPA- ALGUMAS DEFINIÇÕES.


Algumas definições do UNIVERSO ZAPPA.
Zappeiro aquele que curte Zappa.
Zappista- o cara que saca muito de Zappa.
Zappatesco- Universo de Zappista que vivem imerso nesse mundo Zappa.
ZAPPARIA- Um monte de Zappistas conversando sobre o Universo Zappa.
Zappa-maníaco, apenas gosta e curte.
Zappa Fundamentalista- aquele que só ouve Zappa o dia inteiro...De vez em quando faço parte..kkk
Zappólogo- PHD em assunto Zappa: Ex: O reverendo Fábio Massari que lançou o livro "Detritos Cósmicos"

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

EVOLUÇÃO-REVOLUÇÃO-DERROCADA-INVOLUÇÃO

De fato a década 50 com os Beats,o  Bebop, o Rock and Roll nos 60...o início da contracultura em meados nos anos 60...E a explosão definitiva de uma década inteira criativa, os anos 70 mudaram o mundo e até hoje ecoa.

Dos anos 80,90, 2000 Quase ninguém se lembra.
Será que vão contar algo de revolucionário da década de 80 em diante??
Os beats iniciaram a revolução com sua literatura e o seu inconformismo...os anos 60 com sua rebeldia...Entre o final dos anos 60 e adentrando a década 70, LIGARAM A REVOLUÇÃO.

Na década de 80, a força-motriz de toda essa eletricidade começava a perder força...Nos anos 90 entrando em curto-circuito...
Na entrada do número 2 com mais três zeros...O blecaute começou a dar sinal de vida.
Em 2017 a luz de vela tentando iluminar o que sobrou...Depois ninguém sabe.
Três décadas de construção criativa(50/60/70)

80 uma década transitória;
90/2000 a desconstrução caminha...2017 a derrocada é cada vez mais forte.

E OS BEATS VIAJAM


Fevereiro...Os anos 50 renasce como a madrugada que chega ligando e energizando a mente....
Uma estrada remete ao CCBB, a invasão Beat toma de assalto as salas de cinema, veteranos e novatos numa comunhão e logo nomes como Kerouac, Ginsberg, Corso, Ferlinghetti, Burroughs surgem...O clima é outro durante cada projeção...Jazz, Bebop, dita o ritmo, o clima enfumaçado, a estrada, o portal do tempo para "On the road"...Ao som do berrante de Gary Snyder anuncia cada sessão...o tempo para dentro da sala... Fevereiro o mês que não tem fim...Um carro para em frente ao CCBB é Neil Cassady que chega agitando e falando sem parar...O público atônito...Do outro lado em frente a Candelária o ônibus "Further" estaciona e tudo parece uma viagem lisérgica com Ken Kesey fazendo barulho no hall do CCBB os Merry Pranksters alegrando tudo ..A projeção continua ..Renata Borges não acreditando no que estava rolando... Jennifer aparece com aquela caras e bocas, um tal de Mauro Wermelinger sentindo que tudo fazia parte desse movimento de escritores e poetas...Roberta Sauerbronn pulando de alegria.... É o efeito da Mostra Geração Beat que segue sua estrada.
Saiu agorinha enquanto assistia o documentário Jack Kerouac, o rei dos Beats.
Valeu!

domingo, 19 de fevereiro de 2017

A MINHA ORIGEM.


Como o protagonista desse perfil é um cidadão universal de passagem pelo Planeta Terra, ele mesmo resolveu contar sua origem.
Diário de bordo.
Data Estelar 20/02/1975
Sou oriundo do Planeta PSYCH OUT da galáxia Woodstelação, Colado no Planeta Ginsberg cercado de estrelas dos habitantes Kerouacianos, Burroughsnistas, e Ferlighensis.
Fica anos-luz desse Planetinha egoísta chamado Terra. Lá o guardião do universo Thimotius Learys cuida de tudo.
Ando bem ocupado terminando alguns lances sérios por aqui e tenho visto a Mostra Geração Beat 


 Em tempo: Esse Planeta não tolera fundamentalista sonoro. vão direto para o PLANETA REACIONARIUS I com o terrível Imperador MICHELIUS TEMUS.